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Notícias
30
out
2006
(GERAL)
Ibama doa ao Exército madeira aprendida no Pará
O Ibama dá início aos procedimentos de doação ao Exército Brasileiro de 2.500 metros cúbicos de madeira em toras e serrados, apreendidos em 2005 durante operações de fiscalização em Nova Esperança do Piriá, região nordeste do Pará, a 300 quilômetros da capital Belém.
A doação do produto florestal extraído ilegalmente da Reserva Indígena Tembé foi determinada pelo juiz Homero Lamarão. Servidores do Ibama acompanhados de oficiais e soldados do Exército estão visitando madeireiras da região - constituídas como fiéis depositárias- para medir as toras, verificar as espécies e notificar as empresas a entregar a madeira em 30 dias. O Exército já está definindo a logística de retirada da madeira que inclui espécies nobres como ipê, jatobá, maçaranduba, cumaru e outras.
Segundo o coordenador da comissão de doação da Superintendência do Ibama no Pará, Artur Bastos, as equipes estão encontrando dificuldades em lavrar o auto de constatação, pois encontraram as serrarias da cidade fechadas e apenas um fiel depositário foi notificado. “Caso o responsável não preste contas do bem apreendido no prazo estipulado, o Ibama fará a denúncia ao Ministério Público para a adoção das medidas cabíveis”, avisa Bastos.
Bastos acrescenta que só na superintendência do Pará há 900 processos de doação paralisados, porque o Ibama não consegue achar nem o bem apreendido nem o fiel depositário para concluir os procedimentos de transferência do produto.
A doação do produto florestal extraído ilegalmente da Reserva Indígena Tembé foi determinada pelo juiz Homero Lamarão. Servidores do Ibama acompanhados de oficiais e soldados do Exército estão visitando madeireiras da região - constituídas como fiéis depositárias- para medir as toras, verificar as espécies e notificar as empresas a entregar a madeira em 30 dias. O Exército já está definindo a logística de retirada da madeira que inclui espécies nobres como ipê, jatobá, maçaranduba, cumaru e outras.
Segundo o coordenador da comissão de doação da Superintendência do Ibama no Pará, Artur Bastos, as equipes estão encontrando dificuldades em lavrar o auto de constatação, pois encontraram as serrarias da cidade fechadas e apenas um fiel depositário foi notificado. “Caso o responsável não preste contas do bem apreendido no prazo estipulado, o Ibama fará a denúncia ao Ministério Público para a adoção das medidas cabíveis”, avisa Bastos.
Bastos acrescenta que só na superintendência do Pará há 900 processos de doação paralisados, porque o Ibama não consegue achar nem o bem apreendido nem o fiel depositário para concluir os procedimentos de transferência do produto.
Fonte: Edson Gillet/Ibama/Pará
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