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Notícias
12
out
2006
(GERAL)
Embrapa testa pinhão manso para biodiesel
O óleo de uma planta nativa da América do Sul está sendo testado para produção de biodiesel por uma equipe da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária de Petrolina, no sertão de Pernambuco.
Os pesquisadores querem verificar se o pinhão manso poderia integrar, como a mamona, o grupo de oleaginosas que compõem o programa nacional de combustível vegetal na região seca do Nordeste.
Testes iniciais feitos com a planta em campos experimentais da empresa, em Petrolina, indicam que há possibilidade de safra entre 200 e 250 quilogramas por hectare, nos primeiros seis a sete meses após o plantio.
De acordo com o pesquisador da Embrapa, Marcos Antônio Drumond, o resultado é "surpreendente", uma vez que registros de produção de pinhão manso em países como a Índia e a Tailândia indicam que a colheita acontece apenas um ano após o cultivo do vegetal.
Ele diz que, dentre as vantagens encontradas no óleo retirado da planta, se sobressaem a pureza, a brancura e a leveza do óleo. “Além disso, esse óleo está no padrão exigido pelo mercado europeu”.
Drumond ressalva que, embora existam experiências de sucesso com o pinhão manso, ainda é preciso aprofundar os estudos sobre condições de solo e clima e exigências nutricional da espécie para que o cultivo do vegetal possa dar o retorno esperado. “Nos próximos dois anos teremos informações suficientes para que os agricultores possam plantar a espécie com segurança”, concluiu.
Ele informou, ainda, que no município de Jacobina, a 350 quilômetros de Salvador, está sendo implementado um projeto de uma empresa para o plantio de mil hectares da oleaginosa, com a finalidade de produção de óleo combustível.
Os pesquisadores querem verificar se o pinhão manso poderia integrar, como a mamona, o grupo de oleaginosas que compõem o programa nacional de combustível vegetal na região seca do Nordeste.
Testes iniciais feitos com a planta em campos experimentais da empresa, em Petrolina, indicam que há possibilidade de safra entre 200 e 250 quilogramas por hectare, nos primeiros seis a sete meses após o plantio.
De acordo com o pesquisador da Embrapa, Marcos Antônio Drumond, o resultado é "surpreendente", uma vez que registros de produção de pinhão manso em países como a Índia e a Tailândia indicam que a colheita acontece apenas um ano após o cultivo do vegetal.
Ele diz que, dentre as vantagens encontradas no óleo retirado da planta, se sobressaem a pureza, a brancura e a leveza do óleo. “Além disso, esse óleo está no padrão exigido pelo mercado europeu”.
Drumond ressalva que, embora existam experiências de sucesso com o pinhão manso, ainda é preciso aprofundar os estudos sobre condições de solo e clima e exigências nutricional da espécie para que o cultivo do vegetal possa dar o retorno esperado. “Nos próximos dois anos teremos informações suficientes para que os agricultores possam plantar a espécie com segurança”, concluiu.
Ele informou, ainda, que no município de Jacobina, a 350 quilômetros de Salvador, está sendo implementado um projeto de uma empresa para o plantio de mil hectares da oleaginosa, com a finalidade de produção de óleo combustível.
Fonte: Marcia Wonghon/ Agência Brasil
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