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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Nem satélite ajuda na prevenção dos incêndios florestais.
As imagens do satélite estão 24 horas defasadas, período suficiente para o fogo se propagar.
Todo ano no final da seca, unidades de conservação florestal pegam fogo porque queimadas nas fazendas vizinhas fogem do controle. A história repetiu-se este ano e, desta vez, atingiu cinco parques, entre eles o estadual do Jalapão no Tocantins que já está com mais de 70% de sua área incendiada. Mas para o coordenador do Prevfogo - sistema de combate à incêndios florestais - Heloíso Figueiredo, não houve cochilo do governo. “O problema é falta de estrutura pessoal e financeira”, explica.
Segundo ele, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem 5 mil funcionários para cuidar desde a fiscalização de feiras livres que vendem ilegalmente animais silvestres a licenciamento de energia nuclear. “É impossível para o Ibama cumprir todas as responsabilidades legais”, admite. Na opinião dele, nem se dobrasse o número de servidores resolveria o problema.
Até a ajuda de satélite para monitorar os focos de calor existentes no País é limitada. Figueiredo explica que as imagens do satélite estão 24 horas defasadas, “período suficiente para o fogo se propagar”. O coordenador do Prevfogo defende parcerias com instituições públicas, organizações não-governamentais e governos estaduais e municipais para ajudar a mudar o hábito dos fazendeiros em usar queimadas para limpar pastos e áreas para agricultura. As queimadas em fazendas vizinhas são a principal causa de incêndios em unidades de conservação.
Fonte:Estadão
25/set/03
Todo ano no final da seca, unidades de conservação florestal pegam fogo porque queimadas nas fazendas vizinhas fogem do controle. A história repetiu-se este ano e, desta vez, atingiu cinco parques, entre eles o estadual do Jalapão no Tocantins que já está com mais de 70% de sua área incendiada. Mas para o coordenador do Prevfogo - sistema de combate à incêndios florestais - Heloíso Figueiredo, não houve cochilo do governo. “O problema é falta de estrutura pessoal e financeira”, explica.
Segundo ele, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem 5 mil funcionários para cuidar desde a fiscalização de feiras livres que vendem ilegalmente animais silvestres a licenciamento de energia nuclear. “É impossível para o Ibama cumprir todas as responsabilidades legais”, admite. Na opinião dele, nem se dobrasse o número de servidores resolveria o problema.
Até a ajuda de satélite para monitorar os focos de calor existentes no País é limitada. Figueiredo explica que as imagens do satélite estão 24 horas defasadas, “período suficiente para o fogo se propagar”. O coordenador do Prevfogo defende parcerias com instituições públicas, organizações não-governamentais e governos estaduais e municipais para ajudar a mudar o hábito dos fazendeiros em usar queimadas para limpar pastos e áreas para agricultura. As queimadas em fazendas vizinhas são a principal causa de incêndios em unidades de conservação.
Fonte:Estadão
25/set/03
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