Voltar
Notícias
06
out
2006
(GERAL)
Moveleiros de Alta Floresta buscam atender exigências do mercado
Várias ações estão sendo desenvolvidas pelo Sindicato das Indústrias Moveleiras do Norte do Mato Grossso (Simonorte), por meio do projeto de Arranjos Produtivos Locais (APLs), visando fortalecer e expandir a produção do setor moveleiro no Nortão. Uma delas é a realização de um consultoria em oito indústrias do segmento, sendo quatro em Alta Floresta e quatro em Colíder.
Segundo o presidente Mauro Feronato, as empresas são orientadas sobre como promover o desenvolvimento e melhorar o layout. “É inovar dentro da empresa que, muitas vezes, possuem um desenvolvimento tecnológico muito baixo. Estamos procurando mostrar caminhos e vantagens”, destacou.
Feronato também acrescentou que hoje o mercado oferece novas tecnologias para o setor e que devem ser utilizadas na produção, para atender as exigências do consumidor. Este trabalho deve ser encerrado em quatro meses.
Outra novidade para algumas indústrias de Alta Floresta, Colíder, Paranaíta e Carlinda é a realização de uma oficina de designs. As empresas participantes poderão desenvolver produtos próprios, que serão apresentados durante uma mostra, que reunirá compradores de diversas regiões.
Atualmente, cerca de 80% das empresas moveleiras da região trabalham sob encomenda. Outros 20% fazem produção regional e 5% exportam seus produtos para outros países, como França, Bélgica e Estados Unidos. O objetivo é aumentar esse número.
Os dois trabalhos são viabilizados pela parceria do sindicato com Senai, Sebrae e Secretaria do Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia.
Segundo o presidente Mauro Feronato, as empresas são orientadas sobre como promover o desenvolvimento e melhorar o layout. “É inovar dentro da empresa que, muitas vezes, possuem um desenvolvimento tecnológico muito baixo. Estamos procurando mostrar caminhos e vantagens”, destacou.
Feronato também acrescentou que hoje o mercado oferece novas tecnologias para o setor e que devem ser utilizadas na produção, para atender as exigências do consumidor. Este trabalho deve ser encerrado em quatro meses.
Outra novidade para algumas indústrias de Alta Floresta, Colíder, Paranaíta e Carlinda é a realização de uma oficina de designs. As empresas participantes poderão desenvolver produtos próprios, que serão apresentados durante uma mostra, que reunirá compradores de diversas regiões.
Atualmente, cerca de 80% das empresas moveleiras da região trabalham sob encomenda. Outros 20% fazem produção regional e 5% exportam seus produtos para outros países, como França, Bélgica e Estados Unidos. O objetivo é aumentar esse número.
Os dois trabalhos são viabilizados pela parceria do sindicato com Senai, Sebrae e Secretaria do Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia.
Fonte: Só Notícias/Tania Rauber
Notícias em destaque
Portos do Paraná batem recorde histórico com 73,5 milhões de toneladas e lideram crescimento nacional em 2025
Os portos do Paraná encerraram o ano de 2025 com um resultado histórico: 73,5 milhões de toneladas movimentadas, entre...
(LOGÍSTICA)
Cientistas brasileiros criam tecnologia com lignina Kraft para combater ervas daninhas e reduzir uso de herbicidas
Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro)...
(GERAL)
Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
Pesquisadores desenvolvem processo de autodensificação que aumenta significativamente a resistência da madeira.
A madeira...
(GERAL)
Além do carvão: conheça a madeira certa para garantir a brasa ideal no seu churrasco
Nem toda lenha é igual; entenda como o tipo de madeira influencia no calor, no sabor da carne e na economia do seu...
(GERAL)
Sem tijolos, a maior estrutura de madeira do mundo tem 86m de altura e prova que o futuro das cidades é feito de árvores
Esqueça o concreto e o aço; o futuro da construção civil pode estar nas árvores. O edifício Ascent MKE,...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em compósitos usados na indústria automotiva, esportiva e eólica
Mais leve que a fibra de vidro e com resistência comparável, o bambu começa a substituir materiais industriais em...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)














