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Notícias
19
set
2006
(GERAL)
O efeito celulose
Na economia do RS, são exuberantes os números da Votorantim Celulose e Papel (VCP) relativos ao impacto da sua futura planta industrial de produção de celulose branqueada - o investimento é de 1,3 bilhão de dólares.
Em rodada de apresentação do projeto na Metade Sul, a empresa tem informado, por exemplo, que serão gerados 520 empregos diretos na fábrica, 2,2 mil na área florestal e de 6 a 7 mil temporários nas obras.
No pico das obras, a VCP precisará servir, por dia, 16 mil refeições, 8 mil pães e 2,5 mil litros de bebidas não alcoólicas. Irá comprar 16 mil uniformes, 8 mil capas de chuva e 8 mil capacetes.
Serão necessários 300 caminhões para transportar madeira e celulose 24h, sete dias por semana, e 900 motoristas.
São previstos 34 mil empregos entre as áreas de serviços, transporte, alimentação, saúde, comércio e indústria. Na semana passada, a VCP, com o gerente do projeto Losango, Carlos Monteiro, esteve na Câmara de Comércio de Rio Grande. Reuniu-se, também, com o Sebrae-RS. Até o final deste ano, a VCP anunciará a localização do empreendimento.
DESAFIOS
No encontro com o Sebrae-RS foi tratada a questão da capacitação e alinhamento de pequenas empresas do RS ao projeto, para o atendimento dos desafios a serem enfrentados. 'Colocamos o Sebrae à disposição, haverá novas reuniões', adianta o coordenador setorial de Madeira e Móveis, Ayrton Pinto Ramos.
DESLOCAMENTOS
O setor de transporte está impressionado. Além dos veículos de carga, o empreendimento ainda prevê a contratação de terceiros para o deslocamento dos funcionários na primeira fase. A estimativa da VCP é de movimentar R$ 80 milhões por ano somente com o frete da madeira, registra Monteiro.
Em rodada de apresentação do projeto na Metade Sul, a empresa tem informado, por exemplo, que serão gerados 520 empregos diretos na fábrica, 2,2 mil na área florestal e de 6 a 7 mil temporários nas obras.
No pico das obras, a VCP precisará servir, por dia, 16 mil refeições, 8 mil pães e 2,5 mil litros de bebidas não alcoólicas. Irá comprar 16 mil uniformes, 8 mil capas de chuva e 8 mil capacetes.
Serão necessários 300 caminhões para transportar madeira e celulose 24h, sete dias por semana, e 900 motoristas.
São previstos 34 mil empregos entre as áreas de serviços, transporte, alimentação, saúde, comércio e indústria. Na semana passada, a VCP, com o gerente do projeto Losango, Carlos Monteiro, esteve na Câmara de Comércio de Rio Grande. Reuniu-se, também, com o Sebrae-RS. Até o final deste ano, a VCP anunciará a localização do empreendimento.
DESAFIOS
No encontro com o Sebrae-RS foi tratada a questão da capacitação e alinhamento de pequenas empresas do RS ao projeto, para o atendimento dos desafios a serem enfrentados. 'Colocamos o Sebrae à disposição, haverá novas reuniões', adianta o coordenador setorial de Madeira e Móveis, Ayrton Pinto Ramos.
DESLOCAMENTOS
O setor de transporte está impressionado. Além dos veículos de carga, o empreendimento ainda prevê a contratação de terceiros para o deslocamento dos funcionários na primeira fase. A estimativa da VCP é de movimentar R$ 80 milhões por ano somente com o frete da madeira, registra Monteiro.
Fonte: Correio do Povo/RS
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