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Notícias
15
set
2006
(GERAL)
Pesquisador diz que reserva de bambu no país é grande, mas inexplorada
O estado do Acre possui uma grande reserva de bambu, mas o potencial da região ainda não é aproveitado, apontou o professor Jaime Gonçalves de Almeida, da UnB - Universidade de Brasília, durante seminário pela instituição para discutir a criação de uma Rede de Pesquisa e Desenvolvimento sobre a planta.
O bambu, segundo ele, não necessita de solo fértil nem de muitos cuidados: pode nascer até no fundo do quintal e em apenas três anos está pronto para o corte. O professor e pesquisador informou ainda que o Brasil possui mais de 240 espécies da planta. E que o estado do Acre concentra a maior floresta de bambu do país, mas ainda não é explorado efetivamente.
Jaime Gonçalves de Almeida é coordenador do projeto Cantoar - Canteiro Oficina de Arquitetura, da Faculdade de Arquitetura da UnB, que desenvolve construções e instalações feitas a partir das fibras naturais do bambu. "Os encaixes são feitos com amarrações e parafusos – serrotes aparecem apenas na hora de cortar", informou.
Em 2003, acrescentou, um grupo de moradores do seringal de Ucuriã, no município acreano de Assis Brasil, veio a Brasília para aprender a construir móveis e outros objetos com a fibra do bambu, em curso realizado por meio de convênio entre a UnB e o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. "A experiência não foi levada adiante na época, infelizmente. A criação da Rede poderá ajudar a retomada desse projeto", lembrou.
Ainda de acordo com Almeida, existem experiências bem sucedidas, como a da cidade de Coelho Neto, no Maranhão, onde uma fábrica exporta toda a produção de papel feito a partir das fibras do bambu. Na região, a planta é cultivada em mais de 40 mil hectares, pela própria fábrica.
O professor citou também a fabricação de móveis no Paraná, onde empresas trabalham com laminados feitos com fibras do bambu: “É a chamada madeira ecológica, mas ainda em escala pequena e não de forma industrial, como é o caso da empresa de papel maranhese, que é o exemplo mais evidente de uso sustentado do bambu".
O bambu, segundo ele, não necessita de solo fértil nem de muitos cuidados: pode nascer até no fundo do quintal e em apenas três anos está pronto para o corte. O professor e pesquisador informou ainda que o Brasil possui mais de 240 espécies da planta. E que o estado do Acre concentra a maior floresta de bambu do país, mas ainda não é explorado efetivamente.
Jaime Gonçalves de Almeida é coordenador do projeto Cantoar - Canteiro Oficina de Arquitetura, da Faculdade de Arquitetura da UnB, que desenvolve construções e instalações feitas a partir das fibras naturais do bambu. "Os encaixes são feitos com amarrações e parafusos – serrotes aparecem apenas na hora de cortar", informou.
Em 2003, acrescentou, um grupo de moradores do seringal de Ucuriã, no município acreano de Assis Brasil, veio a Brasília para aprender a construir móveis e outros objetos com a fibra do bambu, em curso realizado por meio de convênio entre a UnB e o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. "A experiência não foi levada adiante na época, infelizmente. A criação da Rede poderá ajudar a retomada desse projeto", lembrou.
Ainda de acordo com Almeida, existem experiências bem sucedidas, como a da cidade de Coelho Neto, no Maranhão, onde uma fábrica exporta toda a produção de papel feito a partir das fibras do bambu. Na região, a planta é cultivada em mais de 40 mil hectares, pela própria fábrica.
O professor citou também a fabricação de móveis no Paraná, onde empresas trabalham com laminados feitos com fibras do bambu: “É a chamada madeira ecológica, mas ainda em escala pequena e não de forma industrial, como é o caso da empresa de papel maranhese, que é o exemplo mais evidente de uso sustentado do bambu".
Fonte: Juliane Sacerdote/ Radiobrás
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