Voltar
Notícias
14
set
2006
(GERAL)
Governo suspende 389 madeireiras fantasmas no Nortão
A "Operação Limpeza" realizada pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) desde o mês de março para restauração das atividades no comércio madeireiro concluiu o trabalho de visitas em 1.025 estabelecimentos do segmento, em 22 municípios da região Norte do Estado. Do total de madeireiras visitadas, 636 foram localizadas e vistoriadas pelo Serviço de Fiscalização e 389 tiveram suas inscrições estaduais suspensas pela não localização dos estabelecimentos ou desaparecimento dos contribuintes titulares. A operação é contínua e está sendo estendida para a região noroeste do Estado.
No desenvolvimento das atividades, os fiscais da Secretaria de Fazenda detectaram e intimaram as madeireiras a recolherem cerca de R$ 2,2 milhões, referentes à omissão de pagamento do Fethab daqueles contribuintes que por algum motivo deixaram de recolher a contribuição ao Tesouro Estadual.
Segundo o coordenador de Fiscalização da Sefaz, Altino Sátiro dos Reis Filho, desde a última divulgação dos resultados da operação em abril deste ano, mais 186 inscrições foram suspensas em 401 visitas dos fiscais. Na época, a Secretaria de Fazenda fiscalizou 624 estabelecimentos e suspendeu a inscrição estadual de 203 madeireiras fantasmas nos municípios de Sinop, Cláudia, Itaúba, Vera, Sorriso e Carmen.
As visitas da fiscalização constataram que muitas empresas foram abertas somente para transação de notas fiscais frias e clonadas, bem como para falsificação de retiradas de autorização e impressão de documentos fiscais no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Muitas empresas são criadas com o intuito de retirar ilegalmente a madeira de Mato Grosso. Além disso, a indústrias irregulares competem de forma desleal com aqueles contribuintes que trabalham na legalidade, pagando seus impostos corretamente”, explica Altino dos Reis Filho.
A Sefaz, por meio da Coordenadoria Geral de Fiscalização, encaminhou ofício à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), solicitando informações sobre as empresas que tiveram suas inscrições suspensas no Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais da Sema (Operação Angico), a fim de igualmente efetuar as suspensões das inscrições estaduais na Sefaz, por irregularidades fiscais.
“Para ter créditos de madeira fictícios no Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais da Sema, os fraudadores emitiram documentos fiscais de forma inidônea, ou não emitiram documento nenhum, de qualquer forma confirmando a irregularidade fiscal”, lembra o coordenador de Fiscalização da Sefaz, Altino dos Reis Filho.
As visitas físicas na região norte atingiram as madeireiras dos municípios de Matupá, Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Marcelândia, União do Sul, Feliz Natal, Alta Floresta, Paranaíta, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde, Apiacás, Carlinda, Nova Canaã, Sinop, Cláudia, Itaúba, Vera, Sorriso, Carmen, Nova Santa Helena e Colíder.
No desenvolvimento das atividades, os fiscais da Secretaria de Fazenda detectaram e intimaram as madeireiras a recolherem cerca de R$ 2,2 milhões, referentes à omissão de pagamento do Fethab daqueles contribuintes que por algum motivo deixaram de recolher a contribuição ao Tesouro Estadual.
Segundo o coordenador de Fiscalização da Sefaz, Altino Sátiro dos Reis Filho, desde a última divulgação dos resultados da operação em abril deste ano, mais 186 inscrições foram suspensas em 401 visitas dos fiscais. Na época, a Secretaria de Fazenda fiscalizou 624 estabelecimentos e suspendeu a inscrição estadual de 203 madeireiras fantasmas nos municípios de Sinop, Cláudia, Itaúba, Vera, Sorriso e Carmen.
As visitas da fiscalização constataram que muitas empresas foram abertas somente para transação de notas fiscais frias e clonadas, bem como para falsificação de retiradas de autorização e impressão de documentos fiscais no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Muitas empresas são criadas com o intuito de retirar ilegalmente a madeira de Mato Grosso. Além disso, a indústrias irregulares competem de forma desleal com aqueles contribuintes que trabalham na legalidade, pagando seus impostos corretamente”, explica Altino dos Reis Filho.
A Sefaz, por meio da Coordenadoria Geral de Fiscalização, encaminhou ofício à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), solicitando informações sobre as empresas que tiveram suas inscrições suspensas no Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais da Sema (Operação Angico), a fim de igualmente efetuar as suspensões das inscrições estaduais na Sefaz, por irregularidades fiscais.
“Para ter créditos de madeira fictícios no Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais da Sema, os fraudadores emitiram documentos fiscais de forma inidônea, ou não emitiram documento nenhum, de qualquer forma confirmando a irregularidade fiscal”, lembra o coordenador de Fiscalização da Sefaz, Altino dos Reis Filho.
As visitas físicas na região norte atingiram as madeireiras dos municípios de Matupá, Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Marcelândia, União do Sul, Feliz Natal, Alta Floresta, Paranaíta, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde, Apiacás, Carlinda, Nova Canaã, Sinop, Cláudia, Itaúba, Vera, Sorriso, Carmen, Nova Santa Helena e Colíder.
Fonte: Luciane Mildenberger
Notícias em destaque
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)
Sustentabilidade: primeiro a obra, depois a moldura.
Recentemente fui convidado para visitar uma propriedade florestal e emitir uma opinião sobre a sustentabilidade do empreendimento.
Logo...
(SILVICULTURA)
Com 88,5 metros de altura e tronco de quase 10 metros de circunferência, a maior árvore conhecida da Amazônia equivale a um prédio de 30 andares
No norte do Pará, a maior árvore conhecida da Amazônia ergue a copa tão acima da mata que sua altura lembra um...
(GERAL)
Como reaproveitar a serragem com sustentabilidade na marcenaria caseira
Como reaproveitar a serragem na marcenaria caseira?
Depois de serrar, lixar ou ajustar uma peça na garagem, é normal a bancada...
(GERAL)
Setor de árvores cultivadas teme protecionismo dos EUA
Decisão americana sobre tarifa de 25% em produtos como papéis e painéis preocupa setor industrial brasileiro
O...
(MERCADO)
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)














