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Notícias
04
set
2006
(GERAL)
Programa florestal incentiva eucaliptos no ES
Plantar florestas tem sido um investimento rentável por partes dos pequenos agricultores do interior do Estado. O cultivo de eucalipto em parceria com a iniciativa privada ou com o governo colabora para adiar o fim da matéria prima utilizada por indústrias moveleiras e de celulose: a madeira.
Segundo o presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural(Incaper), Enio Bergoli, o Espírito Santo possui 600 hectares de área degradada, por isso é preciso investir na atividade florestal.
"A atividade florestal é importante tanto para o aspecto econômico quanto para o ambiental. Todos os indicativos mostram que vamos ter um apagão florestal em três anos e para que isso não aconteça nós precisamos plantar florestas", disse.
O programa Produtor Florestal, elaborado pela empresa Aracruz Celulose, está completando 15 anos. Em 2005, o programa movimentou quase R$ 70 milhões em uma área de 80 mil hectares em 158 municípios dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
A produção dos pequenos produtores florestais representa 15% da madeira utilizada pelas fábricas da empresa. A expectativa é que este percentual dobre gradativamente. O produtor rural Martin Schutz é de Colatina e resolveu arriscar neste setor. Há um ano e meio ele fez uma parceria com a empresa para plantar eucalipto na área inativa da propriedade. A empresa cedeu mudas, adubo e ajuda de custo. Martin plantou 22 mil pés e chegou a empregar 15 pessoas por dois meses para ajudar na plantação.
"Além de não entrarmos com recurso próprio, a gente mantem uma área degradada cultivada", disse. A comemoração dos 15 anos do programa Produtor Rural aconteceu nesta sexta-feira no Pavilhão de Carapina, Serra. O evento reuniu cerca de cinco mil pessoas, entre agricultores e prestadores de serviços da área ambiental.
Segundo o presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural(Incaper), Enio Bergoli, o Espírito Santo possui 600 hectares de área degradada, por isso é preciso investir na atividade florestal.
"A atividade florestal é importante tanto para o aspecto econômico quanto para o ambiental. Todos os indicativos mostram que vamos ter um apagão florestal em três anos e para que isso não aconteça nós precisamos plantar florestas", disse.
O programa Produtor Florestal, elaborado pela empresa Aracruz Celulose, está completando 15 anos. Em 2005, o programa movimentou quase R$ 70 milhões em uma área de 80 mil hectares em 158 municípios dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
A produção dos pequenos produtores florestais representa 15% da madeira utilizada pelas fábricas da empresa. A expectativa é que este percentual dobre gradativamente. O produtor rural Martin Schutz é de Colatina e resolveu arriscar neste setor. Há um ano e meio ele fez uma parceria com a empresa para plantar eucalipto na área inativa da propriedade. A empresa cedeu mudas, adubo e ajuda de custo. Martin plantou 22 mil pés e chegou a empregar 15 pessoas por dois meses para ajudar na plantação.
"Além de não entrarmos com recurso próprio, a gente mantem uma área degradada cultivada", disse. A comemoração dos 15 anos do programa Produtor Rural aconteceu nesta sexta-feira no Pavilhão de Carapina, Serra. O evento reuniu cerca de cinco mil pessoas, entre agricultores e prestadores de serviços da área ambiental.
Fonte: Alexandra Vianna (Gazeta Online)
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