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Notícias
01
set
2006
(GERAL)
Cresce importação de máquinas, segundo Abimaq
A importação de máquinas e equipamentos superou as exportações no acumulado dos sete primeiros meses de 2006, segundo levantamento divulgado este mês pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Entre janeiro e junho deste ano, as compras do Brasil no Exterior totalizaram US$ 5,507 bilhões, enquanto as vendas chegaram a US$ 5,335 bilhões, representando déficit de US$ 172,18 milhões.
A importação de máquinas é vista pelo coordenador do Prêmio Melhores da Terra, Luis Fernando Coelho, como um fator positivo porque agrega tecnologia. Mas ele faz questão de ressaltar que essa importação é feita muitas vezes por empresas grandes. No caso do setor agrícola, alerta que o setor está vivendo uma situação "interessante" que é a profissionalização da agricultura familiar. Fenômeno, porém, que por enquanto não se estende ao resto do País, como o Nordeste, por exemplo.
Luiz Fernando explica que o Nordeste tem uma característica completamente diferente da região sul no que diz respeito a agricultura familiar. "Ali (no Nordeste) há uma agricultura muito incipiente com predomínio basicamente de subsistência". Apesar disso, ele considera que está em crescimento. "Existe muito caminho a ser percorrido.
Já está indo equipamento daqui para lá, mas (no Nordeste) ainda predomina a tração animal, o trabalho humano". A expectativa de Fernando é que esse quadro se modifique o mais rápido possível em benefício do próprio povo nordestino, "porque o segmento da agricultura familiar nordestina é grande e pode ser forte".
A importação de máquinas é vista pelo coordenador do Prêmio Melhores da Terra, Luis Fernando Coelho, como um fator positivo porque agrega tecnologia. Mas ele faz questão de ressaltar que essa importação é feita muitas vezes por empresas grandes. No caso do setor agrícola, alerta que o setor está vivendo uma situação "interessante" que é a profissionalização da agricultura familiar. Fenômeno, porém, que por enquanto não se estende ao resto do País, como o Nordeste, por exemplo.
Luiz Fernando explica que o Nordeste tem uma característica completamente diferente da região sul no que diz respeito a agricultura familiar. "Ali (no Nordeste) há uma agricultura muito incipiente com predomínio basicamente de subsistência". Apesar disso, ele considera que está em crescimento. "Existe muito caminho a ser percorrido.
Já está indo equipamento daqui para lá, mas (no Nordeste) ainda predomina a tração animal, o trabalho humano". A expectativa de Fernando é que esse quadro se modifique o mais rápido possível em benefício do próprio povo nordestino, "porque o segmento da agricultura familiar nordestina é grande e pode ser forte".
Fonte: O Povo/CE
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