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Notícias
01
set
2006
(GERAL)
Schwarzenegger impõe limites para gases do efeito estufa
A Califórnia vai se tornar o primeiro Estado dos EUA a impor um teto a todas as emissões de gases do efeito estufa, incluindo as industriais, por conta de um acordo histórico entre o governador Arnold Schwarzenegger e a oposição no legislativo local.
O acordo marca uma ruptura clara entre Schwarzenegger e as políticas ambientais do presidente George W. Bush, e põe a Califórnia em rota para reduzir as emissões de CO2 e outros gases do efeito estufa em 25% até 2020.
A manobra também representa uma vitória política para Schwarzenegger, que busca reeleição neste ano. "Podemos prosseguir no desenvolvimento de um sistema baseado no mercado que faça da Califórnia líder mundial no esforço para reduzir as emissões de carbono", diz nota emitida pelo governador.
A lei, que ainda precisa passar pelo legislativo, exigirá que as maiores indústrias do Estado - como usinas elétricas, refinarias de óleo e gás, fábricas de cimento - reduzam suas emissões de poluentes que contribuem para o aquecimento global.
O mecanismo principal da iniciativa será um programa de mercado que permitirá que as empresas comprem e vendam "créditos de poluição" entre si.
O acordo marca uma ruptura clara entre Schwarzenegger e as políticas ambientais do presidente George W. Bush, e põe a Califórnia em rota para reduzir as emissões de CO2 e outros gases do efeito estufa em 25% até 2020.
A manobra também representa uma vitória política para Schwarzenegger, que busca reeleição neste ano. "Podemos prosseguir no desenvolvimento de um sistema baseado no mercado que faça da Califórnia líder mundial no esforço para reduzir as emissões de carbono", diz nota emitida pelo governador.
A lei, que ainda precisa passar pelo legislativo, exigirá que as maiores indústrias do Estado - como usinas elétricas, refinarias de óleo e gás, fábricas de cimento - reduzam suas emissões de poluentes que contribuem para o aquecimento global.
O mecanismo principal da iniciativa será um programa de mercado que permitirá que as empresas comprem e vendam "créditos de poluição" entre si.
Fonte: Estadão Online
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