Voltar
Notícias
26
ago
2006
(GERAL)
Vendas de madeira de Sinop movimentaram R$ 111 milhões
Capital do setor de base florestal do Mato Grosso, Sinop movimentou R$ 111 milhões com vendas de madeira este ano. O montante representa 20% do total comercializado em todo o Estado, que foi de R$ 560 milhões. Os números foram apresentados pelo secretário interino do Estado de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan, durante o Promadeira, que começou ontem, em Sinop.
Daldegan ressaltou que o maior desafio do setor madeireiro hoje é agregar cada vez mais valor ao produtos e investir no aproveitamento da madeira. O município já exporta cerca de 50% de sua produção madeireira, o que o torna o maior exportador do Estado.
“Estamos fazendo um trabalho junto com a Fiemt, junto com o Sindusmad e com a Secretaria de Indústria e Comércio para que possa ter aproveitamento da madeira, para que não venha inclusive ter um passivo ambiental. Então, acredito que agregar valor, novos produtos, venham fazer com que Sinop, que hoje já é maior exportador do Estado, seja maior exportador de madeira e de produtos de todo o Brasil”, destacou.
O reaproveitamento de restos da madeira pode aumentar o rendimento das indústrias madeireiras. Um estudo feito pelo Sindicato das Indústria Madeireira do Norte (Sindusmad) aponta que utilizar os resíduos de madeira pode utilizar até 240 mil metros cúbicos de madeira que hoje não são aproveitados, em novas alternativas de mercado.
De acordo com o secretário, desde que a Sema assumiu a gestão ambiental no Estado, em janeiro, 22 planos de manejo já foram liberados para a regional de Sinop, autorizando a extração de 230 mil metros cúbicos de madeira. Um total de 56 foram protocolados neste período e devem ser analisados. O que mostra que o setor está retomando as atividades.
Em relação a ‘Operação Angico’, deflagrada na última terça-feira, em todo o Estado, inclusive em Sinop, Daldegan declarou que o trabalho mostra que o setor madeireiro está buscando a legalidade e novas alternativas de mercado, já que apenas uma minoria estava envolvida.
“Nós temos mais de 1.280 madeireiras cadastradas em nosso sistema. Somente 45 foram detectadas esta fraude. Então a grande maioria está nos apoiando e temos certeza que operações sérias, que responsabilize quem cometeu ilícitos, é que vai dar cada vez mais credibilidade e força ao setor para alcançar seus exitos cada vez mais”, concluiu.
Daldegan ressaltou que o maior desafio do setor madeireiro hoje é agregar cada vez mais valor ao produtos e investir no aproveitamento da madeira. O município já exporta cerca de 50% de sua produção madeireira, o que o torna o maior exportador do Estado.
“Estamos fazendo um trabalho junto com a Fiemt, junto com o Sindusmad e com a Secretaria de Indústria e Comércio para que possa ter aproveitamento da madeira, para que não venha inclusive ter um passivo ambiental. Então, acredito que agregar valor, novos produtos, venham fazer com que Sinop, que hoje já é maior exportador do Estado, seja maior exportador de madeira e de produtos de todo o Brasil”, destacou.
O reaproveitamento de restos da madeira pode aumentar o rendimento das indústrias madeireiras. Um estudo feito pelo Sindicato das Indústria Madeireira do Norte (Sindusmad) aponta que utilizar os resíduos de madeira pode utilizar até 240 mil metros cúbicos de madeira que hoje não são aproveitados, em novas alternativas de mercado.
De acordo com o secretário, desde que a Sema assumiu a gestão ambiental no Estado, em janeiro, 22 planos de manejo já foram liberados para a regional de Sinop, autorizando a extração de 230 mil metros cúbicos de madeira. Um total de 56 foram protocolados neste período e devem ser analisados. O que mostra que o setor está retomando as atividades.
Em relação a ‘Operação Angico’, deflagrada na última terça-feira, em todo o Estado, inclusive em Sinop, Daldegan declarou que o trabalho mostra que o setor madeireiro está buscando a legalidade e novas alternativas de mercado, já que apenas uma minoria estava envolvida.
“Nós temos mais de 1.280 madeireiras cadastradas em nosso sistema. Somente 45 foram detectadas esta fraude. Então a grande maioria está nos apoiando e temos certeza que operações sérias, que responsabilize quem cometeu ilícitos, é que vai dar cada vez mais credibilidade e força ao setor para alcançar seus exitos cada vez mais”, concluiu.
Fonte: Só Notícias/Tania Rauber
Notícias em destaque
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)
Sustentabilidade: primeiro a obra, depois a moldura.
Recentemente fui convidado para visitar uma propriedade florestal e emitir uma opinião sobre a sustentabilidade do empreendimento.
Logo...
(SILVICULTURA)
Com 88,5 metros de altura e tronco de quase 10 metros de circunferência, a maior árvore conhecida da Amazônia equivale a um prédio de 30 andares
No norte do Pará, a maior árvore conhecida da Amazônia ergue a copa tão acima da mata que sua altura lembra um...
(GERAL)
Como reaproveitar a serragem com sustentabilidade na marcenaria caseira
Como reaproveitar a serragem na marcenaria caseira?
Depois de serrar, lixar ou ajustar uma peça na garagem, é normal a bancada...
(GERAL)
Setor de árvores cultivadas teme protecionismo dos EUA
Decisão americana sobre tarifa de 25% em produtos como papéis e painéis preocupa setor industrial brasileiro
O...
(MERCADO)
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)














