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Incêndios florestais e seca aumentarão nos próximos séculos
Os incêndios florestais, as secas e as inundações continuarão aumentando pelos próximos dois séculos como resultado do aquecimento global, segundo um estudo divulgado pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".
Segundo cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, mesmo que a emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa terminasse hoje, a perda de superfície florestal continuaria afetando territórios na América Central, Europa Oriental e América do Sul pelos próximos anos.
Além disso, muitas das regiões atualmente semi-áridas se tornarão ainda mais suscetíveis ao perigo dos incêndios florestais, indica o estudo.
De acordo com os cientistas, nos próximos dois séculos se perderá água doce (com a conseqüente intensificação das secas) no sul da Europa, na América Central, no oeste da África e no leste dos Estados Unidos.
Outras regiões da África tropical e da América do Sul sofrerão com o aumento de enchentes e inundações, resultantes da perda de árvores.
O estudo revela um aumento dos riscos e das áreas afetadas pelas altas temperaturas.
"Esta análise representa uma importante antecipação das discussões sobre a perigosa mudança climática e os esforços para evitá-la", afirma o estudo.
da Efe
Segundo cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, mesmo que a emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa terminasse hoje, a perda de superfície florestal continuaria afetando territórios na América Central, Europa Oriental e América do Sul pelos próximos anos.
Além disso, muitas das regiões atualmente semi-áridas se tornarão ainda mais suscetíveis ao perigo dos incêndios florestais, indica o estudo.
De acordo com os cientistas, nos próximos dois séculos se perderá água doce (com a conseqüente intensificação das secas) no sul da Europa, na América Central, no oeste da África e no leste dos Estados Unidos.
Outras regiões da África tropical e da América do Sul sofrerão com o aumento de enchentes e inundações, resultantes da perda de árvores.
O estudo revela um aumento dos riscos e das áreas afetadas pelas altas temperaturas.
"Esta análise representa uma importante antecipação das discussões sobre a perigosa mudança climática e os esforços para evitá-la", afirma o estudo.
da Efe
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