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(GERAL)
Pará poderá ter política permanente de reflorestamento
Em um lugar tradicionalmente conhecido pelo desmatamento, o Ministério do Meio Ambiente quer criar um pólo de reflorestamento. De acordo com o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Pará, Marcílio Monteiro, a Casa Civil deve receber em setembro uma proposta de política permanente de reflorestamento no sul e sudeste do Pará.
“Dessa forma, queremos equalizar, principalmente, o processo de matéria-prima lenhosa que vem das siderúrgicas. Com isso, vamos construir um pólo sustentável, e não um pólo como está ocorrendo hoje, de degradação social e ambiental nessa região”.
Segundo ele, a idéia é criar um distrito florestal sustentável com incentivos fiscais e financeiros para atender também o Maranhão e o Tocantins.
“Temos que incentivar o reflorestamento dessas áreas a fim de recompor o processo florestal que foi retirado da Amazônia. Dessa forma, vamos estar reconstruindo base sustentável, principalmente para indústria madeireira”, afirmou Monteiro.
Na avaliação dele, com essa política, o Pará deixará de ser o estado que mais desmata para ser o que mais refloresta, “a fim de manter um ciclo sustentável na Amazônia”.
Luciana Vasconcelos
Radiobras
“Dessa forma, queremos equalizar, principalmente, o processo de matéria-prima lenhosa que vem das siderúrgicas. Com isso, vamos construir um pólo sustentável, e não um pólo como está ocorrendo hoje, de degradação social e ambiental nessa região”.
Segundo ele, a idéia é criar um distrito florestal sustentável com incentivos fiscais e financeiros para atender também o Maranhão e o Tocantins.
“Temos que incentivar o reflorestamento dessas áreas a fim de recompor o processo florestal que foi retirado da Amazônia. Dessa forma, vamos estar reconstruindo base sustentável, principalmente para indústria madeireira”, afirmou Monteiro.
Na avaliação dele, com essa política, o Pará deixará de ser o estado que mais desmata para ser o que mais refloresta, “a fim de manter um ciclo sustentável na Amazônia”.
Luciana Vasconcelos
Radiobras
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