Voltar
Notícias
(GERAL)
Plano de cotas de CO2: UE ameaça expedir ação legal contra países ‘atrasados’
Um mês após o prazo, a Comissão Européia está preparando ações legais contra 18 países-membro que não submeteram os seus planos de cotas de CO2 a tempo para a próxima fase do esquema de comércio de emissões, que inicia em 2008.
Diplomatas do Conselho de Ministros iniciaram a avaliar os planos nacionais de alocação (national allocation plans - NAPs) submetidos a tempo para a segunda fase do esquema de comércio de emissões, a principal medida da UE para reduzir as emissões do dióxido de carbono. Entretanto, a sua carga de trabalho é escassa. Somente 7 países submeteram os seus planos até agora, quase um mês após o prazo final (30 de junho): Inglaterra, Luxemburgo, Alemanha, Polônia, Lituânia, Estônia e Irlanda.
“Estamos preparando cartas” para iniciar ações legais contra os países que ainda não submeteram seus planos nacionais, disse Barbara Helfferich, porta-voz do Comissário do Meio Ambiente, Stavros Dimas. A carta será enviada dentro de uma ou duas semanas, disse ela ao Euractiv.
A Comissão disse que tentará decidir sobre a aprovação ou rejeição dos planos após este episódio. O processo será iniciado no máximo até o início de Outubro de 2006, disse Helfferich, sendo que a decisão final será até o final do ano. Enquanto isso, os países têm a oportunidade de comentar sobre seus planos, e negociar os seus limites individuais de emissão com a Comissão.
Mas Ongs ambientalistas já expressaram preocupação. “Não somente o atraso, mas a fragilidade da maioria dos NAPs, demonstra que os países Europeus estão subestimando a necessidade urgente de mitigar as mudanças climáticas,”disse Delia Villagrasa, especialista em mercado de emissões do ‘WWF European Policy Office’.
Stavros Dimas, disse no dia 22 de junho que a decisão da Comissão sobre a segunda rodada dos NAPs “terá que assegurar que os países-membro estejam no caminho certo para alcançar as suas metas individuais”. Segundo ele, as informações sobre as emissões submetidas este ano pelos países, serão instrumentais para a avaliação dos planos no segundo período do mercado, o qual estará em vigor de 2008 a 2012, coincidindo com o objetivo do Protocolo de Kyoto.
(Fernanda B Müller/ CarbonoBrasil)
Diplomatas do Conselho de Ministros iniciaram a avaliar os planos nacionais de alocação (national allocation plans - NAPs) submetidos a tempo para a segunda fase do esquema de comércio de emissões, a principal medida da UE para reduzir as emissões do dióxido de carbono. Entretanto, a sua carga de trabalho é escassa. Somente 7 países submeteram os seus planos até agora, quase um mês após o prazo final (30 de junho): Inglaterra, Luxemburgo, Alemanha, Polônia, Lituânia, Estônia e Irlanda.
“Estamos preparando cartas” para iniciar ações legais contra os países que ainda não submeteram seus planos nacionais, disse Barbara Helfferich, porta-voz do Comissário do Meio Ambiente, Stavros Dimas. A carta será enviada dentro de uma ou duas semanas, disse ela ao Euractiv.
A Comissão disse que tentará decidir sobre a aprovação ou rejeição dos planos após este episódio. O processo será iniciado no máximo até o início de Outubro de 2006, disse Helfferich, sendo que a decisão final será até o final do ano. Enquanto isso, os países têm a oportunidade de comentar sobre seus planos, e negociar os seus limites individuais de emissão com a Comissão.
Mas Ongs ambientalistas já expressaram preocupação. “Não somente o atraso, mas a fragilidade da maioria dos NAPs, demonstra que os países Europeus estão subestimando a necessidade urgente de mitigar as mudanças climáticas,”disse Delia Villagrasa, especialista em mercado de emissões do ‘WWF European Policy Office’.
Stavros Dimas, disse no dia 22 de junho que a decisão da Comissão sobre a segunda rodada dos NAPs “terá que assegurar que os países-membro estejam no caminho certo para alcançar as suas metas individuais”. Segundo ele, as informações sobre as emissões submetidas este ano pelos países, serão instrumentais para a avaliação dos planos no segundo período do mercado, o qual estará em vigor de 2008 a 2012, coincidindo com o objetivo do Protocolo de Kyoto.
(Fernanda B Müller/ CarbonoBrasil)
Fonte:
Notícias em destaque
Ela usou madeira de pinus para construir um armário de cozinha completo com portas, gavetas e prateleiras, gastando pouco
Madeira de pinus vira armário de cozinha completo com prateleiras e gavetas em projeto econômico
Quem busca economia encontra no...
(MÓVEIS)
Espuma de serragem de madeira é alternativa sustentável ao poliestireno
Resíduos de serragem se transformam nessa bioespuma, uma opção mais sustentável para embalagens ou materiais de...
(GERAL)
A árvore com a madeira mais resistente do mundo: quebracho-colorado (Schinopsis)
A árvore frequentemente apontada como a dona da madeira mais resistente do mundo é o quebracho, especialmente o quebracho-colorado,...
(GERAL)
Transformação digital ganha protagonismo na evolução sustentável da indústria florestal chilena
Integração de dados, inteligência artificial e modernização tecnológica despontam como fatores...
(TECNOLOGIA)
Para obter leituras precisas da umidade da madeira, é necessário utilizar o medidor e o método corretos
Para profissionais que dependem de medições de umidade para tomar decisões críticas, a precisão dos resultados...
(INTERNACIONAL)
Biomassa, compostagem e floresta: o que têm em comum?
A pergunta “biomassa, compostagem e floresta: o que têm em comum?” parece reunir temas de naturezas distintas. Na...
(BIOENERGIA)














