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(GERAL)
Operação do Ibama desmantela serrarias clandestinas em Rondônia
Com a Operação Rondônia Legal, a Superintendência do Ibama de Rondônia autuou seis donos de serrarias clandestinas que devastavam a floresta há mais de um ano, e autuará outros dois - não encontrados no momento da ação - nos próximos dias. A Operação ocorreu no Distrito de Jacinópolis, município de Nova Mamoré, no oeste do estado, onde o Ibama apreendeu 2.800 m3 de madeira em tora, capaz de encher 150 caminhões, além de geradores de luz, esteira para movimentar toras na serragem, serras elétricas e tratores.
O Ibama, que também multou os infratores em R$ 760 mil, teve a colaboração na ação das Polícias Civil, Militar, Ambiental e Rodoviária, além da Funai e da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).
Fúria – Não contentes em desmatar área pública sem autorização do Ibama, os infratores cortavam madeira de unidades de conservação, como a Reserva Extrativista de Uso Sustentável Jaci-Paraná, o Parque Estadual de Guajaramirim (onde uma estrada foi aberta ilegalmente para transporte de madeira e drogas) a Terra Indígena de Karipuna e a Floresta Nacional do Bom Futuro, a mais afetada.
A madeira apreendida, composta por espécies como Castanheira, Cerejeira, Caixeta, Angelim e Cedro-mara, encontra-se no pátio das serrarias, aguardando destinação. “Nosso objetivo é doá-la para construção de casas populares por prefeituras”, diz o chefe de fiscalização do Ibama em Rondônia, George Porto Ferreira. “Uma coisa é certa: foi a maior operação que já realizamos no estado”, afirmou ele.
Rubens Amadori
Fonte: Ibama
O Ibama, que também multou os infratores em R$ 760 mil, teve a colaboração na ação das Polícias Civil, Militar, Ambiental e Rodoviária, além da Funai e da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).
Fúria – Não contentes em desmatar área pública sem autorização do Ibama, os infratores cortavam madeira de unidades de conservação, como a Reserva Extrativista de Uso Sustentável Jaci-Paraná, o Parque Estadual de Guajaramirim (onde uma estrada foi aberta ilegalmente para transporte de madeira e drogas) a Terra Indígena de Karipuna e a Floresta Nacional do Bom Futuro, a mais afetada.
A madeira apreendida, composta por espécies como Castanheira, Cerejeira, Caixeta, Angelim e Cedro-mara, encontra-se no pátio das serrarias, aguardando destinação. “Nosso objetivo é doá-la para construção de casas populares por prefeituras”, diz o chefe de fiscalização do Ibama em Rondônia, George Porto Ferreira. “Uma coisa é certa: foi a maior operação que já realizamos no estado”, afirmou ele.
Rubens Amadori
Fonte: Ibama
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