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(GERAL)
Crédito de carbono pode gerar 30 bi de euros
Em 2007, o mercado de crédito carbono terá um potencial em todo o mundo, de 30 bilhões de euros e o Brasil poderá responder por 20% desse total, com um potencial de ganho extra de cerca de 6 bilhões de euros, revela uma pesquisa conduzida pelo consultor Antonio Carlos Porto Araújo, da Trevisan Escola de Negócios, e divulgada numa cartilha sobre a Comercialização de Crédito d e C a r b o n o .
Segundo o estudo da Trevisan Consult, atualmente o comércio de crédito de carbono, está movimentando a economia de grandes países. O Brasil que até há alguns meses ocupava o primeiro lugar no ranking dos principais produtores, acabou perdendo o lugar para a China e a Índia. Esses dois países em conjunto com a Austrália, Coréia do Sul e Japão produzem quase metade dos gases causadores do aquecimento global. “O potencial brasileiro é muito grande. Ainda existe uma grande expectativa nesse novo mercado, que é promissor ”, disse Araújo.
Segundo dados da consultoria, o Banco Mundial criou o “Prototype Carbon Fund”, um fundo de investimento cujo objetivo é fomentar o projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no países em desenvolvimento através dos recursos públicos e privados dos países industrializados.
“Todos os dias chegam ao Brasil, empresas interessadas em investir em crédito de carbono, pois, o preço está barato e depois porque temos uma tributação adequada”, reafirmou o consultor. Na Europa, a tonelada de crédito de carbono é cotada, em média, a 16,5 euros.
Um dos principais produtores de crédito de carbono são os aterros sanitários que detém um potencial de geração de metano com índice de efeito estufa 21 vezes maior que o gás carbônico. O crédito de carbono é o resultado da queima do gás metano que se forma a partir do líquido que surge nos aterros sanitários (chorume).
Segundo análise da Trevisan , a estimativa é que durante o ano passado tenham sido comercializadas aproximadamente 799 mil toneladas de dióxido de carbono, movimentando cerca de 9, 4 milhões de euros.
Ivonéte Dainese
Segundo o estudo da Trevisan Consult, atualmente o comércio de crédito de carbono, está movimentando a economia de grandes países. O Brasil que até há alguns meses ocupava o primeiro lugar no ranking dos principais produtores, acabou perdendo o lugar para a China e a Índia. Esses dois países em conjunto com a Austrália, Coréia do Sul e Japão produzem quase metade dos gases causadores do aquecimento global. “O potencial brasileiro é muito grande. Ainda existe uma grande expectativa nesse novo mercado, que é promissor ”, disse Araújo.
Segundo dados da consultoria, o Banco Mundial criou o “Prototype Carbon Fund”, um fundo de investimento cujo objetivo é fomentar o projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no países em desenvolvimento através dos recursos públicos e privados dos países industrializados.
“Todos os dias chegam ao Brasil, empresas interessadas em investir em crédito de carbono, pois, o preço está barato e depois porque temos uma tributação adequada”, reafirmou o consultor. Na Europa, a tonelada de crédito de carbono é cotada, em média, a 16,5 euros.
Um dos principais produtores de crédito de carbono são os aterros sanitários que detém um potencial de geração de metano com índice de efeito estufa 21 vezes maior que o gás carbônico. O crédito de carbono é o resultado da queima do gás metano que se forma a partir do líquido que surge nos aterros sanitários (chorume).
Segundo análise da Trevisan , a estimativa é que durante o ano passado tenham sido comercializadas aproximadamente 799 mil toneladas de dióxido de carbono, movimentando cerca de 9, 4 milhões de euros.
Ivonéte Dainese
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