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(GERAL)
Operação combate extração ilegal
Uma operação conjunta entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Ibama, Polícia Civil e a Superintendência de Ações Descentralizadas está tentando desarticular quadrilhas que atuam há mais de cinco anos na região de Colniza, a 1.100 quilômetros de Cuiabá.
As principais ações dos criminosos estão ligadas à extração ilegal de madeira, que estaria sendo enviada para outros estados e até para o exterior. Mas as acusações não param por aí. Além de crimes ambientais, as investigações também comprovaram a prática de seqüestros, homicídios, roubos de carros e tráfico de armas e drogas. A “Operação Pica-pau” foi desencadeada na terça-feira e deve durar mais uma semana. Uma equipe com 100 pessoas está no local. Dois helicópteros, 15 viaturas e armas pesadas estão sendo utilizadas na ação. A Sema divulgará hoje dados preliminares da operação.
Madeireiros clandestinos estariam extraindo toras de madeira ilegalmente e as escondendo na mata, em locais estratégicos denominados “Esplanada”. Depois as madeiras seriam levadas para cidades de Rondônia, onde passariam por um processo fraudulento de legalização, por meio das extintas Autorizações de Transporte de Produtos Florestais (ATPFS). O produto obtido por meio ilegal também estaria abastecendo o comércio de outras regiões do país, como os estados de São Paulo e do Pará. Nas ações os criminosos estariam usando carros, principalmente caminhonetes, roubados nas grandes cidades, e armas pesadas, incluindo fuzis AR-15.
A prática de seqüestros ficou comprovada pelas investigações. Os integrantes das quadrilhas invadiam fazendas para seqüestrar famílias, faziam reféns e retiravam a madeira que os empresários conseguiam comprar legalmente. Além dos policiais e delegados que participam da operação, escrivães também estão em Colniza para abrir inquérito e representar por prisões temporárias, preventivas e até pedidos de mandados de busca e apreensão, caso tais medidas sejam necessárias.
Diário de Cuiabá
As principais ações dos criminosos estão ligadas à extração ilegal de madeira, que estaria sendo enviada para outros estados e até para o exterior. Mas as acusações não param por aí. Além de crimes ambientais, as investigações também comprovaram a prática de seqüestros, homicídios, roubos de carros e tráfico de armas e drogas. A “Operação Pica-pau” foi desencadeada na terça-feira e deve durar mais uma semana. Uma equipe com 100 pessoas está no local. Dois helicópteros, 15 viaturas e armas pesadas estão sendo utilizadas na ação. A Sema divulgará hoje dados preliminares da operação.
Madeireiros clandestinos estariam extraindo toras de madeira ilegalmente e as escondendo na mata, em locais estratégicos denominados “Esplanada”. Depois as madeiras seriam levadas para cidades de Rondônia, onde passariam por um processo fraudulento de legalização, por meio das extintas Autorizações de Transporte de Produtos Florestais (ATPFS). O produto obtido por meio ilegal também estaria abastecendo o comércio de outras regiões do país, como os estados de São Paulo e do Pará. Nas ações os criminosos estariam usando carros, principalmente caminhonetes, roubados nas grandes cidades, e armas pesadas, incluindo fuzis AR-15.
A prática de seqüestros ficou comprovada pelas investigações. Os integrantes das quadrilhas invadiam fazendas para seqüestrar famílias, faziam reféns e retiravam a madeira que os empresários conseguiam comprar legalmente. Além dos policiais e delegados que participam da operação, escrivães também estão em Colniza para abrir inquérito e representar por prisões temporárias, preventivas e até pedidos de mandados de busca e apreensão, caso tais medidas sejam necessárias.
Diário de Cuiabá
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