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(GERAL)
Massa florestal portuguesa caiu 20% em 10 anos
Mais de um quinto da massa florestal de Portugal desapareceu nos últimos dez anos, por causa dos incêndios que arrasam o país a cada verão, segundo uma prévia do livro Portugal: o vermelho e o preto, divulgada nesta quarta-feira (28).
O engenheiro biofísico Pedro Almeida estima em seu trabalho que, em 1995, Portugal contava com 3,2 milhões de hectares de massa florestal, superfície reduzida a 2,5 milhões atualmente, com uma perda que chega a 21% do total do território.
O autor lembrou que entre os anos 2000 e 2005, os incêndios arrasaram 310 mil hectares de pinheirais e 220 mil de eucaliptos, além de importantes superfícies de sobreiros, azinheiras e outras espécies.
Almeida ressalta a dificuldade de se realizar cálculos precisos, já que o último inventário sobre a massa florestal portuguesa data de 1995, ano em que o estudo foi feito pela DGRF - Direção Geral dos Recursos Florestais lusitana.
Por áreas geográficas, o livro do biofísico ressalta que o distrito de Algarve, no sul do país, é a zona mais afetada pela perda de massa florestal.
O estudo assinalou que 55% da massa florestal de Algarve pode ter sido devastada na última década, ao passar de 97 mil hectares, em 1995, a algo que se situaria entre 69 mil e 44 mil, este último no pior dos cenários.
O distrito de Castelo Branco, fronteira com a Espanha, perdeu 42% de sua massa florestal, enquanto que o do Porto teve uma redução de cerca de 36%.
Segundo resume o trabalho, há dez anos um terço de Portugal, que incluía 11 distritos, estava ocupado por massa florestal. Hoje essa área se resume a um quinto do território.
A superfície de massa florestal destruída em 2005 foi de 325 mil hectares, o segundo pior ano em duas décadas e só superado pelos dados de 2003, quando foram queimados mais de 400 mil hectares.
(Efe/ Estadão Online)
O engenheiro biofísico Pedro Almeida estima em seu trabalho que, em 1995, Portugal contava com 3,2 milhões de hectares de massa florestal, superfície reduzida a 2,5 milhões atualmente, com uma perda que chega a 21% do total do território.
O autor lembrou que entre os anos 2000 e 2005, os incêndios arrasaram 310 mil hectares de pinheirais e 220 mil de eucaliptos, além de importantes superfícies de sobreiros, azinheiras e outras espécies.
Almeida ressalta a dificuldade de se realizar cálculos precisos, já que o último inventário sobre a massa florestal portuguesa data de 1995, ano em que o estudo foi feito pela DGRF - Direção Geral dos Recursos Florestais lusitana.
Por áreas geográficas, o livro do biofísico ressalta que o distrito de Algarve, no sul do país, é a zona mais afetada pela perda de massa florestal.
O estudo assinalou que 55% da massa florestal de Algarve pode ter sido devastada na última década, ao passar de 97 mil hectares, em 1995, a algo que se situaria entre 69 mil e 44 mil, este último no pior dos cenários.
O distrito de Castelo Branco, fronteira com a Espanha, perdeu 42% de sua massa florestal, enquanto que o do Porto teve uma redução de cerca de 36%.
Segundo resume o trabalho, há dez anos um terço de Portugal, que incluía 11 distritos, estava ocupado por massa florestal. Hoje essa área se resume a um quinto do território.
A superfície de massa florestal destruída em 2005 foi de 325 mil hectares, o segundo pior ano em duas décadas e só superado pelos dados de 2003, quando foram queimados mais de 400 mil hectares.
(Efe/ Estadão Online)
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