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(GERAL)
Máquina produz carvão com resíduo florestal
Um sistema com capacidade para transformar em carvão vegetal 200 quilos por hora de matéria-prima (caroço de açaí, casca de castanha e uma série de outros resíduos florestais) foi apresentado na manhã de ontem, na garagem da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). O PPR-200 foi criado e desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) e transforma resíduos florestais em carvão, o que reduz impactos da atividade no meio ambiente e melhora a qualidade da principal matéria-prima das siderúrgicas.
Pesquisadores e empresários da área de tecnologia ambiental presentes na apresentação da máquina, destacaram a importância do sistema para a redução dos impactos ambientais. Secretário executivo de Ciências, Tecnologia e Meio Ambiente do Pará, Raul Porto elogiou o fato de a máquina contribuir para a redução dos índices de poluição, de desperdício de produtos naturais e de desmatamento. 'Ambientalmente falando estamos dando um grande passo, pois os resíduos que eram jogados fora, como por exemplo, caroços de açaí e casca de castanha, serão aproveitados e transformados em carvão', disse o secretário, ao destacar as vantagens econômicas do sistema. 'Ao reaproveitar resíduos que serão transformados, poderemos lucrar. É um sistema muito produtivo, pois vai beneficiar a população e o meio ambiente. O equipamento é capaz de processar 200 kg de matéria-prima por hora', explicou Raul. Considerado uma alternativa sustentável à produção de carvão vegetal, o modelo já é utilizado em vários países europeus com bons resultados. A Sectam promove amanhã, no prédio da Ufra, o 'Seminário Regional sobre a Produção de Carvão Vegetal no Pará', para debater a produção de carvão no Pará.
Fonte: O liberal
Pesquisadores e empresários da área de tecnologia ambiental presentes na apresentação da máquina, destacaram a importância do sistema para a redução dos impactos ambientais. Secretário executivo de Ciências, Tecnologia e Meio Ambiente do Pará, Raul Porto elogiou o fato de a máquina contribuir para a redução dos índices de poluição, de desperdício de produtos naturais e de desmatamento. 'Ambientalmente falando estamos dando um grande passo, pois os resíduos que eram jogados fora, como por exemplo, caroços de açaí e casca de castanha, serão aproveitados e transformados em carvão', disse o secretário, ao destacar as vantagens econômicas do sistema. 'Ao reaproveitar resíduos que serão transformados, poderemos lucrar. É um sistema muito produtivo, pois vai beneficiar a população e o meio ambiente. O equipamento é capaz de processar 200 kg de matéria-prima por hora', explicou Raul. Considerado uma alternativa sustentável à produção de carvão vegetal, o modelo já é utilizado em vários países europeus com bons resultados. A Sectam promove amanhã, no prédio da Ufra, o 'Seminário Regional sobre a Produção de Carvão Vegetal no Pará', para debater a produção de carvão no Pará.
Fonte: O liberal
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