Voltar
Notícias
(GERAL)
Apex-Brasil inaugura Centro de Distribuição em Portugal
O Centro de Distribuição (CD) está localizado numa região de estocagem, logística e infra-estrutura, situada a 20 quilômetros do porto de Lisboa e a 15 quilômetros do aeroporto. O CD brasileiro ocupará uma área de dois mil metros quadrados e, inicialmente, será ocupado por 80 das 165 empresas brasileiras, representantes de 20 setores da economia, que se cadastraram para integrar o espaço.
Para instalar o Centro, a APEX-Brasil realizou um investimento inicial de 280 mil Euros. O projeto possibilitará a instalação de empresas brasileiras no país, bem como garantirá melhor acesso ao mercado português e também à Península Ibérica e norte da África.
"A forte origem portuguesa de nosso povo, o grande número de brasileiros que vivem em Portugal e a crescente demanda da Península Ibérica por produtos brasileiros foram primordiais na seleção de Lisboa como a sede deste segundo CD", diz Juan Quirós, presidente da APEX-Brasil. "Com a medida, brasileiros e portugueses investem para que a relação comercial entre seus países continue em franca ascensão", completa.
Ainda segundo Quirós, "em 2005 as vendas para Portugal ultrapassaram a barreira histórica de US$ 1 bilhão. Sabemos, no entanto, que há um grande potencial de crescimento deste valor e o CD contribuirá imensamente para que diversos setores brasileiros encontrem um número ainda maior de clientes no país e em outros locais que têm Portugal como distribuidor de produtos".
Até o momento, empresas de 20 setores procuraram a APEX-Brasil interessadas em integrar o CD: alimentos industrializados, artesanato, rações para animais, autopeças, objetos de couro, confecções e têxtil, cachaça, café, calçados, cosméticos, equipamentos médico-odontológicos, instrumentos musicais, plásticos, refrigeração, gesso, máquinas e equipamentos, mármore e granito, material gráfico, móveis e utilidades domésticas.
CDs brasileiros no mundo
O Centro de Distribuição integra a iniciativa da APEX-Brasil de internacionalização das empresas exportadoras brasileiras. Portugal será o terceiro país a hospedar um CD brasileiro. Já estão em operação o CD de Miami (EUA) e o CD de Frankfurt (Alemanha). Os CDs de Dubai (EAU) e Varsóvia (Polônia) serão os próximos a serem inaugurados. Com isso, cerca de 400 empresas estarão sendo atendidas.
Os Centros são espaços onde exportadores brasileiros podem armazenar mercadorias, manter showroom e escritórios. Podem, ainda, compartilhar espaço para eventos como rodadas de negócios, que podem ser organizadas com apoio da APEX-Brasil. As empresas de pequeno e médio portes, com potencial de exportação para os mercados-alvo dos CDs, abrem suas filiais, pagando uma taxa pela sublocação e manutenção. Reduz-se o risco e o custo de se instalarem por conta própria.
Além disso, o fato de a mercadoria já se encontrar no território onde a venda é realizada, agiliza a entrega e ajuda a garantir o cumprimento de compromissos pós-vendas. Outra vantagem para o empresário é que ele passa a contar com suporte operacional e administrativo in loco para o desembaraço de mercadorias.
Os CDs da APEX-Brasil foram concebidos para receber empresas que já possuem cultura exportadora. Este é, portanto, o perfil das que estarão em Portugal. Aquelas que atuam com produtos perecíveis ou que exigem acondicionamento especial não estão no escopo do projeto, pois demandam estrutura especial de manuseio e refrigeração. Commodities e produtos a granel também não estão no foco dos CDs, já que seu objetivo é estimular a exportação de produtos brasileiros com maior valor agregado.
Com a instalação de CDs no exterior, a Agência espera que as empresas nacionais tenham maior presença em outros países e abram filiais no exterior. A criação de CDs é parte da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do Governo Brasileiro. Ela é também uma das prioridades definidas pela APEX-Brasil para 2006. A estratégia é buscar a internacionalização como forma de eliminar intermediários, encurtar a distância entre a produção e o consumidor e negociar preços competitivos.
Assessoria APEX
Para instalar o Centro, a APEX-Brasil realizou um investimento inicial de 280 mil Euros. O projeto possibilitará a instalação de empresas brasileiras no país, bem como garantirá melhor acesso ao mercado português e também à Península Ibérica e norte da África.
"A forte origem portuguesa de nosso povo, o grande número de brasileiros que vivem em Portugal e a crescente demanda da Península Ibérica por produtos brasileiros foram primordiais na seleção de Lisboa como a sede deste segundo CD", diz Juan Quirós, presidente da APEX-Brasil. "Com a medida, brasileiros e portugueses investem para que a relação comercial entre seus países continue em franca ascensão", completa.
Ainda segundo Quirós, "em 2005 as vendas para Portugal ultrapassaram a barreira histórica de US$ 1 bilhão. Sabemos, no entanto, que há um grande potencial de crescimento deste valor e o CD contribuirá imensamente para que diversos setores brasileiros encontrem um número ainda maior de clientes no país e em outros locais que têm Portugal como distribuidor de produtos".
Até o momento, empresas de 20 setores procuraram a APEX-Brasil interessadas em integrar o CD: alimentos industrializados, artesanato, rações para animais, autopeças, objetos de couro, confecções e têxtil, cachaça, café, calçados, cosméticos, equipamentos médico-odontológicos, instrumentos musicais, plásticos, refrigeração, gesso, máquinas e equipamentos, mármore e granito, material gráfico, móveis e utilidades domésticas.
CDs brasileiros no mundo
O Centro de Distribuição integra a iniciativa da APEX-Brasil de internacionalização das empresas exportadoras brasileiras. Portugal será o terceiro país a hospedar um CD brasileiro. Já estão em operação o CD de Miami (EUA) e o CD de Frankfurt (Alemanha). Os CDs de Dubai (EAU) e Varsóvia (Polônia) serão os próximos a serem inaugurados. Com isso, cerca de 400 empresas estarão sendo atendidas.
Os Centros são espaços onde exportadores brasileiros podem armazenar mercadorias, manter showroom e escritórios. Podem, ainda, compartilhar espaço para eventos como rodadas de negócios, que podem ser organizadas com apoio da APEX-Brasil. As empresas de pequeno e médio portes, com potencial de exportação para os mercados-alvo dos CDs, abrem suas filiais, pagando uma taxa pela sublocação e manutenção. Reduz-se o risco e o custo de se instalarem por conta própria.
Além disso, o fato de a mercadoria já se encontrar no território onde a venda é realizada, agiliza a entrega e ajuda a garantir o cumprimento de compromissos pós-vendas. Outra vantagem para o empresário é que ele passa a contar com suporte operacional e administrativo in loco para o desembaraço de mercadorias.
Os CDs da APEX-Brasil foram concebidos para receber empresas que já possuem cultura exportadora. Este é, portanto, o perfil das que estarão em Portugal. Aquelas que atuam com produtos perecíveis ou que exigem acondicionamento especial não estão no escopo do projeto, pois demandam estrutura especial de manuseio e refrigeração. Commodities e produtos a granel também não estão no foco dos CDs, já que seu objetivo é estimular a exportação de produtos brasileiros com maior valor agregado.
Com a instalação de CDs no exterior, a Agência espera que as empresas nacionais tenham maior presença em outros países e abram filiais no exterior. A criação de CDs é parte da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do Governo Brasileiro. Ela é também uma das prioridades definidas pela APEX-Brasil para 2006. A estratégia é buscar a internacionalização como forma de eliminar intermediários, encurtar a distância entre a produção e o consumidor e negociar preços competitivos.
Assessoria APEX
Fonte:
Notícias em destaque
Novo estudo do Brazilian Furniture revela caminhos de expansão no Reino Unido
O relatório publicado pela ABIMÓVEL e ApexBrasil detalha o cenário econômico e concorrencial britânico, mapeando...
(MERCADO)
Atualização das exportações - novembro e dezembro de 2025
Em novembro de 2025, as exportações brasileiras de produtos derivados da madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 37% em...
(MERCADO)
Demanda por celulose faz valor do eucalipto subir 30,6 por cento em um ano
Metro estéreo passou de R$ 137,47 para R$ 179,46 entre novembro de 2024 e 2025.
O preço da madeira de eucalipto destinado...
(MERCADO)
Setor madeireiro aposta em estratégia para 2026
Novo episódio do Podcast WoodFlow discute aprendizados de 2025, impactos das tarifas e caminhos para o próximo ano.
A...
(GERAL)
Silvicultura e as restaurações, prioridade e legitimidade
A recuperação de áreas degradadas vai se consolidando como uma nova alternativa da silvicultura brasileira dentro da agenda...
(SILVICULTURA)
FUNPINUS reúne setor produtivo e pesquisadores para melhoramento genético do pinus
O Fundo Cooperativo para Melhoramento de Pinus (FUNPINUS) foi criado em 2017 como um dos principais instrumentos de colaboração...
(GERAL)














