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Notícias
26
mai
2006
(GERAL)
Dólar provoca 6 mil demissões em madeireiras
O fechamento de quase 6 mil postos de trabalho em um ano. A informação salta aos olhos de quem lê o relatório sobre o impacto da desvalorização cambial para os setores madeireiro e moveleiro de Santa Catarina.
As vagas foram fechadas entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006 e mais de um terço delas (2,2 mil postos de trabalho) desapareceu em apenas três municípios: São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre. As três cidades do Planalto Norte catarinense exportam 79% do que produzem e respondem por metade das vendas brasileira para o exterior.
O relatório foi entregue na semana passada ao ministro da Fazenda Guido Mantega. Os empresários expuseram o drama que afeta também o restante da economia destes municípios, 50% diretamente ligada a atividade
A inadimplência no comércio de São Bento do Sul aumentou 37% de janeiro a março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado e a arrecadação de ICMS deve cair em 15% este ano. Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Bento do Sul (Acisbs), Osmar Mühlbauer, um dos porta-vozes no encontro com o ministro, a cidade vive um "clima desfavorável ao consumo por insegurança em relação ao futuro.
Fábricas cortam mão-de-obra para enxurgar os custos
Os cortes de mão-de-obra foram uma forma de enxugar os custos já que os clientes estrangeiros não aceitam um reajuste de preços. Apesar do cenário, o presidente da Acisbs, Osmar Mühlbauer deixou a sala do ministro com uma sensação positiva: o governo conta com uma elevação do dólar até o final do ano.
A situação do setor
A receita das exportações, em reais, voltou ao patamar de 2001 em função da queda do dólar. Mas, de lá para cá, os custos de produção de móveis aumentou: 129% a madeira serrada; 172% o compensado; 164% o diesel; 216% a energia elétrica demandada e 71% a inflação acumulada.
A indústria moveleira cresceu 6,69% em 2004 e apenas 0,54% em 2005, quando a queda do dólar se acentuou.
O setor madeira/móvel fechou 5.966 vagas entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006.
Só em São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre, as vagas fechadas somam 2,2 mil, o que representa redução de 14,4% no quadro de funcionários.
Houve queda de 16,5% das hortas trabalhadas em 2005.
Os três municípios respondem por 50% das exportações de móveis brasileiros.
Em 2005, 895 empresas brasileiras deixaram de exportar em relação a 2004. Foi a primeira vez que houve queda no número de exportadoras desde 1997.
O índice de rentabilidade das exportações caiu 26% nos últimos três anos.
Fonte: Diário de SC
As vagas foram fechadas entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006 e mais de um terço delas (2,2 mil postos de trabalho) desapareceu em apenas três municípios: São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre. As três cidades do Planalto Norte catarinense exportam 79% do que produzem e respondem por metade das vendas brasileira para o exterior.
O relatório foi entregue na semana passada ao ministro da Fazenda Guido Mantega. Os empresários expuseram o drama que afeta também o restante da economia destes municípios, 50% diretamente ligada a atividade
A inadimplência no comércio de São Bento do Sul aumentou 37% de janeiro a março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado e a arrecadação de ICMS deve cair em 15% este ano. Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Bento do Sul (Acisbs), Osmar Mühlbauer, um dos porta-vozes no encontro com o ministro, a cidade vive um "clima desfavorável ao consumo por insegurança em relação ao futuro.
Fábricas cortam mão-de-obra para enxurgar os custos
Os cortes de mão-de-obra foram uma forma de enxugar os custos já que os clientes estrangeiros não aceitam um reajuste de preços. Apesar do cenário, o presidente da Acisbs, Osmar Mühlbauer deixou a sala do ministro com uma sensação positiva: o governo conta com uma elevação do dólar até o final do ano.
A situação do setor
A receita das exportações, em reais, voltou ao patamar de 2001 em função da queda do dólar. Mas, de lá para cá, os custos de produção de móveis aumentou: 129% a madeira serrada; 172% o compensado; 164% o diesel; 216% a energia elétrica demandada e 71% a inflação acumulada.
A indústria moveleira cresceu 6,69% em 2004 e apenas 0,54% em 2005, quando a queda do dólar se acentuou.
O setor madeira/móvel fechou 5.966 vagas entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006.
Só em São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre, as vagas fechadas somam 2,2 mil, o que representa redução de 14,4% no quadro de funcionários.
Houve queda de 16,5% das hortas trabalhadas em 2005.
Os três municípios respondem por 50% das exportações de móveis brasileiros.
Em 2005, 895 empresas brasileiras deixaram de exportar em relação a 2004. Foi a primeira vez que houve queda no número de exportadoras desde 1997.
O índice de rentabilidade das exportações caiu 26% nos últimos três anos.
Fonte: Diário de SC
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