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(GERAL)
Greve no Ibama pára exportação de madeira
A greve dos servidores do Ibama no Pará está causando prejuízos ao setor madeireiro, que deixou de receber as Autorizações para Transporte de Produtos Florestais. Por conta disso, a exportação de madeira está prejudicada. Esta é a segunda vez que a greve coincide com o período da safra madeireira. Em 2005, revoltados com a paralisação, as empresas recorreram à Justiça para que o Ibama lhes fornecesse as guias florestais. Hoje, mais de 60% das empresas que atuam no Estado estão sem as guias.
O comando de greve informou que a paralisação prossegue até que o governo federal atenda as reivindicações por melhores salários e condições de trabalho. De acordo com os grevistas, não foram cumpridos os acordos firmados em 2003 e 2004, que tratam do enquadramento dos aposentados e pensionistas do órgão e reestruturam a carreira.
'Em Belém, menos de 5% dos servidores estão trabalhando', garantiu um ativista. Ele também desmentiu a afirmação de que pelo menos oito operações estariam sendo realizadas em várias regiões paraenses, apesar da greve. Segundo avaliação do servidor, está 'tudo parado', inclusive no setor de fiscalização e de combate ao desmatamento. O gerente executivo do Ibama, Marcílio Monteiro, não foi localizado para falar sobre a greve.
Justiça
A Associação da Indústria Madeireira Exportadora do Pará (Aimex) liberou suas mais de 40 empresas filiadas para ingressar com ações judiciais visando a obtenção das ATPFs. Essa guia é essencial para garantir a legalidade de qualquer transação envolvendo madeira. Sem ela, um contrato não pode ser cumprido. No caso da exportação, o problema se torna ainda mais grave, porque o comprador costuma estabelecer no contrato o pagamento de multa por atraso no embarque da encomenda.
Com a greve, dois setores foram duramente atingidos: as empresas que dependem de planos de manejo de terceiros e aquelas que possuem seus próprios planos. Nem os termos de ajustamento de conduta para liberação das guias estão sendo cumpridos devido à greve, segundo os madeireiros.
Fonte: O Liberal
O comando de greve informou que a paralisação prossegue até que o governo federal atenda as reivindicações por melhores salários e condições de trabalho. De acordo com os grevistas, não foram cumpridos os acordos firmados em 2003 e 2004, que tratam do enquadramento dos aposentados e pensionistas do órgão e reestruturam a carreira.
'Em Belém, menos de 5% dos servidores estão trabalhando', garantiu um ativista. Ele também desmentiu a afirmação de que pelo menos oito operações estariam sendo realizadas em várias regiões paraenses, apesar da greve. Segundo avaliação do servidor, está 'tudo parado', inclusive no setor de fiscalização e de combate ao desmatamento. O gerente executivo do Ibama, Marcílio Monteiro, não foi localizado para falar sobre a greve.
Justiça
A Associação da Indústria Madeireira Exportadora do Pará (Aimex) liberou suas mais de 40 empresas filiadas para ingressar com ações judiciais visando a obtenção das ATPFs. Essa guia é essencial para garantir a legalidade de qualquer transação envolvendo madeira. Sem ela, um contrato não pode ser cumprido. No caso da exportação, o problema se torna ainda mais grave, porque o comprador costuma estabelecer no contrato o pagamento de multa por atraso no embarque da encomenda.
Com a greve, dois setores foram duramente atingidos: as empresas que dependem de planos de manejo de terceiros e aquelas que possuem seus próprios planos. Nem os termos de ajustamento de conduta para liberação das guias estão sendo cumpridos devido à greve, segundo os madeireiros.
Fonte: O Liberal
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