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(GERAL)
Brasil propõe mudanças no Mercosul
Um documento com o objetivo de aparar divergências entre os países da América do Sul foi apresentado pelo Brasil à Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul, reunida em Brasília. Em uma série de reuniões que começou na segunda-feira (15), os integrantes da Comissão estão avaliando sugestões para que Brasil, Argentina e Bolívia entrem em acordo sobre o gás e que paraguaios e brasileiros se entendam quanto às regras de migração e outras divergências relacionadas à região de fronteira.
Os participantes da reunião também discutem a polêmica implantação de fábricas de celulose que desde janeiro gera tensão entre Uruguai e Argentina. "Estamos tentando administrar estes conflitos com uma visão integracionista. Como foram feitos muitos acordos de caráter internacional, no caminho aparecem situações de conflito que muitas vezes se agravam com o incremento do comércio", salientou o deputado Alfredo Atanasof, presidente pró-tempore da seção argentina da Comissão.
Em encontro com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, os integrantes da Comissão pediram pressa na aprovação do projeto de criação do Parlamento do Mercosul, que teria entre suas funções a de intermediar os conflitos diplomáticos. A instância legislativa está proposta em acordo internacional, mas sua implantação depende da aprovação no Congresso de cada país membro. No caso do Brasil, a mensagem presidencial que cria o Parlamento do Mercosul acaba de ser encaminhada pelo Itamaraty à Casa Civil e será levada ao Congresso como um projeto de decreto legislativo.
O passo seguinte é a promulgação, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "É muito importante que o Brasil aprove o protocolo de criação do Parlamento com a agilidade necessária. Isso levará a Argentina e o Uruguai a fazerem o mesmo, como já fez o Paraguai", ressaltou o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), presidente da seção brasileira da Comissão. A intenção é a de que o Parlamento do Mercosul seja implantado até o dia 31 de dezembro.
Uma delegação da Venezuela também marcou presença nesta reunião mensal da Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul. O país está em processo de adesão ao bloco e atualmente seus representantes participam como observadores das discussões internas. O presidente da delegação venezuelana, deputado Saul Ortega, garantiu que mesmo com a crise enfrentada pelo Mercosul, seu país está decidido a integrar o bloco.
No último mês, os venezuelanos se retiraram da Comunidade Andina de Nações em protesto contra os tratados de livre comércio que Peru e Colômbia firmaram com os Estados Unidos. "A Comunidade Andina de Nações está definitivamente superada. Por isso viemos ao Sul. Acreditamos que aqui há mais vontade política e mais consciência. Neste sentido, apostamos no desenvolvimento deste projeto de integração", destacou Ortega.
Fonte: Flávia Peixoto, TV Brasil
Os participantes da reunião também discutem a polêmica implantação de fábricas de celulose que desde janeiro gera tensão entre Uruguai e Argentina. "Estamos tentando administrar estes conflitos com uma visão integracionista. Como foram feitos muitos acordos de caráter internacional, no caminho aparecem situações de conflito que muitas vezes se agravam com o incremento do comércio", salientou o deputado Alfredo Atanasof, presidente pró-tempore da seção argentina da Comissão.
Em encontro com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, os integrantes da Comissão pediram pressa na aprovação do projeto de criação do Parlamento do Mercosul, que teria entre suas funções a de intermediar os conflitos diplomáticos. A instância legislativa está proposta em acordo internacional, mas sua implantação depende da aprovação no Congresso de cada país membro. No caso do Brasil, a mensagem presidencial que cria o Parlamento do Mercosul acaba de ser encaminhada pelo Itamaraty à Casa Civil e será levada ao Congresso como um projeto de decreto legislativo.
O passo seguinte é a promulgação, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "É muito importante que o Brasil aprove o protocolo de criação do Parlamento com a agilidade necessária. Isso levará a Argentina e o Uruguai a fazerem o mesmo, como já fez o Paraguai", ressaltou o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), presidente da seção brasileira da Comissão. A intenção é a de que o Parlamento do Mercosul seja implantado até o dia 31 de dezembro.
Uma delegação da Venezuela também marcou presença nesta reunião mensal da Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul. O país está em processo de adesão ao bloco e atualmente seus representantes participam como observadores das discussões internas. O presidente da delegação venezuelana, deputado Saul Ortega, garantiu que mesmo com a crise enfrentada pelo Mercosul, seu país está decidido a integrar o bloco.
No último mês, os venezuelanos se retiraram da Comunidade Andina de Nações em protesto contra os tratados de livre comércio que Peru e Colômbia firmaram com os Estados Unidos. "A Comunidade Andina de Nações está definitivamente superada. Por isso viemos ao Sul. Acreditamos que aqui há mais vontade política e mais consciência. Neste sentido, apostamos no desenvolvimento deste projeto de integração", destacou Ortega.
Fonte: Flávia Peixoto, TV Brasil
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