Voltar
Notícias
(GERAL)
Países em desenvolvimento querem que ricos façam mais pelo clima
Países em desenvolvimento vão pedir aos países ricos que mostrem mais liderança no combate ao aquecimento global, durante reunião entre quase 190 nações que começou nesta segunda-feira (15), em Bonn (Alemanha). O encontro vai expor profundas divisões sobre políticas climáticas. .
Será difícil que se alcance um denominador comum no diálogo entre 40 países ricos que concordaram em limitar a emissão de gases, sob o Protocolo de Kyoto, e os que ficaram de fora, como os Estados Unidos e os países em desenvolvimento. .
Muitos países pobres querem que as nações industrializadas cortem ainda mais as suas emissões de gases, antes que eles considerem limitar as emissões de suas fábricas, usinas e carros. Eles afirmam que os países ricos têm sido a fonte da maior parte dos gases do efeito estufa, desde a Revolução Industrial. .
O Brasil, em nota antes das reunião, declarou que era muito cedo para países em desenvolvimento estabelecerem limites para a emissão de gases do efeito estufa. .
Qualquer esforço para cortar as emissões por países em desenvolvimento "pode somente ser caracterizado como voluntário e, assim, não pode ser relacionado ou associado a objetivos, metas ou cronogramas", disse o governo em nota. .
A África do Sul afirmou querer negociar "incentivos positivos" para estimular os países em desenvolvimento a cortar emissões, incluindo ajuda financeira e novas tecnologias. .
"Os países em desenvolvimento têm a visão de que vão esperar as nações industrializadas demostrararem liderança verdadeira em restringir as emissões, antes de aceitar algum compromisso", declarou Richard Kinley, chefe em exercício do secretariado das Nações Unidas sobre o tema, que coordenará as reuniões de Bonn. .
"No mundo industrializado há um sentimento que mais ação dos países em desenvolvimento é necessária", afirmou ele. Ainda assim, segundo Kinley, parece que há concordância que ainda não é hora para se estabelecer limites de emissão para países pobres. .
Os signatários de Kyoto devem cortar as emissões de 1990 em 5,2 por cento até 2008-12. .
Os Estados Unidos se retiraram do tratado em 2001. Segundo Washington, cortaria empregos e excluía, de forma equivocada, os países em desenvolvimento das obrigações. .
Depois de dois dias de diálogo entre todos os signatários da convenção das Nações Unidas sobre clima, os países do Protocolo de Kyoto se encontrarão de 17 a 25 de maio. Eles discutirão de forma preliminar como prolongar o pacto para depois de 2012. Essa negociação deve durar anos. .
(Reuters/ Carbono Brasil)
Será difícil que se alcance um denominador comum no diálogo entre 40 países ricos que concordaram em limitar a emissão de gases, sob o Protocolo de Kyoto, e os que ficaram de fora, como os Estados Unidos e os países em desenvolvimento. .
Muitos países pobres querem que as nações industrializadas cortem ainda mais as suas emissões de gases, antes que eles considerem limitar as emissões de suas fábricas, usinas e carros. Eles afirmam que os países ricos têm sido a fonte da maior parte dos gases do efeito estufa, desde a Revolução Industrial. .
O Brasil, em nota antes das reunião, declarou que era muito cedo para países em desenvolvimento estabelecerem limites para a emissão de gases do efeito estufa. .
Qualquer esforço para cortar as emissões por países em desenvolvimento "pode somente ser caracterizado como voluntário e, assim, não pode ser relacionado ou associado a objetivos, metas ou cronogramas", disse o governo em nota. .
A África do Sul afirmou querer negociar "incentivos positivos" para estimular os países em desenvolvimento a cortar emissões, incluindo ajuda financeira e novas tecnologias. .
"Os países em desenvolvimento têm a visão de que vão esperar as nações industrializadas demostrararem liderança verdadeira em restringir as emissões, antes de aceitar algum compromisso", declarou Richard Kinley, chefe em exercício do secretariado das Nações Unidas sobre o tema, que coordenará as reuniões de Bonn. .
"No mundo industrializado há um sentimento que mais ação dos países em desenvolvimento é necessária", afirmou ele. Ainda assim, segundo Kinley, parece que há concordância que ainda não é hora para se estabelecer limites de emissão para países pobres. .
Os signatários de Kyoto devem cortar as emissões de 1990 em 5,2 por cento até 2008-12. .
Os Estados Unidos se retiraram do tratado em 2001. Segundo Washington, cortaria empregos e excluía, de forma equivocada, os países em desenvolvimento das obrigações. .
Depois de dois dias de diálogo entre todos os signatários da convenção das Nações Unidas sobre clima, os países do Protocolo de Kyoto se encontrarão de 17 a 25 de maio. Eles discutirão de forma preliminar como prolongar o pacto para depois de 2012. Essa negociação deve durar anos. .
(Reuters/ Carbono Brasil)
Fonte:
Notícias em destaque
Novo estudo do Brazilian Furniture revela caminhos de expansão no Reino Unido
O relatório publicado pela ABIMÓVEL e ApexBrasil detalha o cenário econômico e concorrencial britânico, mapeando...
(MERCADO)
Atualização das exportações - novembro e dezembro de 2025
Em novembro de 2025, as exportações brasileiras de produtos derivados da madeira (exceto celulose e papel) diminuíram 37% em...
(MERCADO)
Demanda por celulose faz valor do eucalipto subir 30,6 por cento em um ano
Metro estéreo passou de R$ 137,47 para R$ 179,46 entre novembro de 2024 e 2025.
O preço da madeira de eucalipto destinado...
(MERCADO)
Setor madeireiro aposta em estratégia para 2026
Novo episódio do Podcast WoodFlow discute aprendizados de 2025, impactos das tarifas e caminhos para o próximo ano.
A...
(GERAL)
Silvicultura e as restaurações, prioridade e legitimidade
A recuperação de áreas degradadas vai se consolidando como uma nova alternativa da silvicultura brasileira dentro da agenda...
(SILVICULTURA)
FUNPINUS reúne setor produtivo e pesquisadores para melhoramento genético do pinus
O Fundo Cooperativo para Melhoramento de Pinus (FUNPINUS) foi criado em 2017 como um dos principais instrumentos de colaboração...
(GERAL)














