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(GERAL)
Preço de papéis cria pressão no papelão ondulado
O aquecimento nas vendas domésticas de papelão ondulado nos primeiros meses de 2006 abriu espaço para os fabricantes efetuarem seus repasses nos preços. Em decorrência da alta das cotações dos papéis Kraft e testliner, principais insumos do segmento, a Klabin , líder do mercado interno de papéis, já cogita a elevação de preços em conformidade com o mercado externo.
Desde o início deste ano, a valorização global do Kraft (papel feito exclusivamente da polpa da madeira) é de 7,4%. Já a variação positiva do testliner (mistura da polpa do Kraft com material reciclado) está entre 10% e 10,4%.
A Klabin deve ser a protagonista da operação de ajuste do preço nacional com as cotações globais. “Se a tendência do reajuste dos papéis no exterior se concretizar, o preço pode crescer também no Brasil”, afirma o diretor da divisão de embalagens de papelão ondulado da empresa, José Taragano. Em 2005, a expedição de caixas e chapas de papelão ondulado da empresa totalizou 419,5 mil toneladas.
A receita líquida alcançou a marca de R$ 843,3 milhões. O executivo diz que a empresa trabalha com um “otimismo cauteloso” este ano, já que o setor alimentício e os frigoríficos estão vulneráveis quanto à possibilidade da descoberta de casos de febre aftosa e gripe aviária no Brasil.
Mesmo assim, o aumento da demanda interna possibilita à empresa estudar o reajuste. Quando anunciado, o aumento ajudará as demais empresas do setor a retomar a margem de lucro, em queda desde outubro do ano passado.
Roberto Silva, diretor comercial da Anhembi Embalagens , empresa que transforma a chapa em papelão, acredita que o reajuste até o final do ano possa chegar a 15%. “No início do ano todos cogitaram o aumento, mas o mercado não aceitou. Agora, com a proximidade das eleições e com a possível ação da Klabin, acredito que o mercado volte a se aquecer”.
Com isso, o executivo já prevê um crescimento de 25% nas vendas em 2006, o que elevará o faturamento para R$ 12 milhões. Apesar da perspectiva de aumento na demanda doméstica, Silva acredita que o mercado de papelão ondulado está concentrado nas mãos da Klabin. Por isso, os concorrentes esperam o anúncio da empresa para também oficializarem seus reajustes.
O diretor comercial da fabricante de papelão ondulado Celulose Irani , Sérgio Ribas, afirma que o crescimento nos resultados deste ano é mais dependente do aumento do valor do produto do que da ampliação do volume negociado. “Acredito que nossas vendas cresçam cerca de 10% em 2006. No entanto, poderemos ter estabilidade no faturamento caso o reajuste não seja concretizado”, revela. O lucro da empresa foi de R$ 366 milhões no ano passado.
Segundo dados da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO), as vendas do setor de papelão ondulado tiveram alta de 7,3% no primeiro bimestre do ano, em relação a igual período de 2004. Os negócios totalizaram 339,3 mil toneladas no período. O faturamento teve ampliação — de R$ 800 milhões para R$ 815 milhões, alta de 1,8%.
Fonte: DCI
Desde o início deste ano, a valorização global do Kraft (papel feito exclusivamente da polpa da madeira) é de 7,4%. Já a variação positiva do testliner (mistura da polpa do Kraft com material reciclado) está entre 10% e 10,4%.
A Klabin deve ser a protagonista da operação de ajuste do preço nacional com as cotações globais. “Se a tendência do reajuste dos papéis no exterior se concretizar, o preço pode crescer também no Brasil”, afirma o diretor da divisão de embalagens de papelão ondulado da empresa, José Taragano. Em 2005, a expedição de caixas e chapas de papelão ondulado da empresa totalizou 419,5 mil toneladas.
A receita líquida alcançou a marca de R$ 843,3 milhões. O executivo diz que a empresa trabalha com um “otimismo cauteloso” este ano, já que o setor alimentício e os frigoríficos estão vulneráveis quanto à possibilidade da descoberta de casos de febre aftosa e gripe aviária no Brasil.
Mesmo assim, o aumento da demanda interna possibilita à empresa estudar o reajuste. Quando anunciado, o aumento ajudará as demais empresas do setor a retomar a margem de lucro, em queda desde outubro do ano passado.
Roberto Silva, diretor comercial da Anhembi Embalagens , empresa que transforma a chapa em papelão, acredita que o reajuste até o final do ano possa chegar a 15%. “No início do ano todos cogitaram o aumento, mas o mercado não aceitou. Agora, com a proximidade das eleições e com a possível ação da Klabin, acredito que o mercado volte a se aquecer”.
Com isso, o executivo já prevê um crescimento de 25% nas vendas em 2006, o que elevará o faturamento para R$ 12 milhões. Apesar da perspectiva de aumento na demanda doméstica, Silva acredita que o mercado de papelão ondulado está concentrado nas mãos da Klabin. Por isso, os concorrentes esperam o anúncio da empresa para também oficializarem seus reajustes.
O diretor comercial da fabricante de papelão ondulado Celulose Irani , Sérgio Ribas, afirma que o crescimento nos resultados deste ano é mais dependente do aumento do valor do produto do que da ampliação do volume negociado. “Acredito que nossas vendas cresçam cerca de 10% em 2006. No entanto, poderemos ter estabilidade no faturamento caso o reajuste não seja concretizado”, revela. O lucro da empresa foi de R$ 366 milhões no ano passado.
Segundo dados da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO), as vendas do setor de papelão ondulado tiveram alta de 7,3% no primeiro bimestre do ano, em relação a igual período de 2004. Os negócios totalizaram 339,3 mil toneladas no período. O faturamento teve ampliação — de R$ 800 milhões para R$ 815 milhões, alta de 1,8%.
Fonte: DCI
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