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(GERAL)
Empresa recebe inscrições para o Poupança Florestal
A Votorantim Celulose e Papel (VCP) abre nova temporada para inscrições no Poupança Florestal. Lançado no fim de 2004, o programa de fomento da empresa para plantio de eucaliptos conta com 300 produtores parceiros e abrange uma área de 1.100 hectares em diversos municípios da metade Sul. A meta da empresa para 2006 é plantar cinco mil hectares em terras de terceiros. Já foram cultivados 420 ha.
As inscrições vão até o dia 15 de abril e podem ser feitas nos escritórios regionais da Emater ou pelo telefone (53) 3026-6600. De acordo com o cronograma, os cadastrados recebem o projeto em maio e podem começar o plantio em junho.
O Poupança Florestal oferece assistência técnica da Emater e financiamento diferenciado com juros de 9% ao ano junto ao Banco Real. A VCP também garante a compra da madeira com valores pré-fixados e, desde o primeiro ano, o parceiro recebe adiantamentos para custear o plantio da floresta. Uma outra vantagem é que a propriedade não entra como garantia do negócio.
Além de aumentar a produção de madeira para abastecer as fábricas de celulose e papel da VCP, o programa foi desenvolvido para contribuir na fixação do homem no campo. Para tanto, algumas regras foram estabelecidas. Por exemplo, o agricultor só poderá destinar 20% de sua propriedade para o plantio de eucaliptos e deve, ainda, manter outras culturas ou pecuária paralelas à silvicultura.
"O eucalipto será mais um item na cesta agrícola do produtor rural e que vai auxiliar no aumento da renda familiar", explica Fausto Camargo, gerente do Poupança Floresta e de Meio Ambiente da VCP. Vale salientar que o poupador terá que seguir todas as normas ambientais estabelecidas por lei para o manuseio da atividade. Pelo menos 50% da área reservada para a floresta será voltada para conservação da fauna e flora nativas.
Negócio para o futuro
O administrador de empresas e pecuarista de Pedras Altas, Flávio D. Herter, está entusiasmado com o cultivo de eucaliptos em sua propriedade de 2,5 mil hectares. Apesar de pertencer a uma família de pecuaristas e produtores de soja, ele vê na silvicultura um negócio para o futuro. Por meio do Poupança Florestal, vai destinar 400 hectares/ano à nova atividade. "Desse total, plantaremos efetivamente 200 hectares/ano, pois temos que considerar 50% da área para conservação", explicou o poupador.
Herter juntamente com um funcionário passou pelo curso de capacitação realizado no Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores Rurais de Canguçu (Cetac), da Emater. Foram três dias de aulas práticas e teóricas sobre a atividade e preservação do meio ambiente. Com o financiamento contraído junto ao Banco Real para implantação do projeto, o fazendeiro contratou 30 pessoas na fase inicial do plantio.
Hoje, mantém a lavoura com diaristas. "Na prática é baixo custo para o produtor e trabalho para a vizinhança", comemora Herter. Ele também está muito satisfeito com a assistência técnica. "Realmente é uma parceria. Sempre que precisei, fui prontamente atendido pela VCP", diz. Ele não precisará abrir mão da criação de animais. A floresta será consorciada com ovinos, nos dose primeiros meses, e terneiros e gado, a partir do segundo ano.
Fonte: Jornal Agora
As inscrições vão até o dia 15 de abril e podem ser feitas nos escritórios regionais da Emater ou pelo telefone (53) 3026-6600. De acordo com o cronograma, os cadastrados recebem o projeto em maio e podem começar o plantio em junho.
O Poupança Florestal oferece assistência técnica da Emater e financiamento diferenciado com juros de 9% ao ano junto ao Banco Real. A VCP também garante a compra da madeira com valores pré-fixados e, desde o primeiro ano, o parceiro recebe adiantamentos para custear o plantio da floresta. Uma outra vantagem é que a propriedade não entra como garantia do negócio.
Além de aumentar a produção de madeira para abastecer as fábricas de celulose e papel da VCP, o programa foi desenvolvido para contribuir na fixação do homem no campo. Para tanto, algumas regras foram estabelecidas. Por exemplo, o agricultor só poderá destinar 20% de sua propriedade para o plantio de eucaliptos e deve, ainda, manter outras culturas ou pecuária paralelas à silvicultura.
"O eucalipto será mais um item na cesta agrícola do produtor rural e que vai auxiliar no aumento da renda familiar", explica Fausto Camargo, gerente do Poupança Floresta e de Meio Ambiente da VCP. Vale salientar que o poupador terá que seguir todas as normas ambientais estabelecidas por lei para o manuseio da atividade. Pelo menos 50% da área reservada para a floresta será voltada para conservação da fauna e flora nativas.
Negócio para o futuro
O administrador de empresas e pecuarista de Pedras Altas, Flávio D. Herter, está entusiasmado com o cultivo de eucaliptos em sua propriedade de 2,5 mil hectares. Apesar de pertencer a uma família de pecuaristas e produtores de soja, ele vê na silvicultura um negócio para o futuro. Por meio do Poupança Florestal, vai destinar 400 hectares/ano à nova atividade. "Desse total, plantaremos efetivamente 200 hectares/ano, pois temos que considerar 50% da área para conservação", explicou o poupador.
Herter juntamente com um funcionário passou pelo curso de capacitação realizado no Centro Regional de Qualificação Profissional de Produtores Rurais de Canguçu (Cetac), da Emater. Foram três dias de aulas práticas e teóricas sobre a atividade e preservação do meio ambiente. Com o financiamento contraído junto ao Banco Real para implantação do projeto, o fazendeiro contratou 30 pessoas na fase inicial do plantio.
Hoje, mantém a lavoura com diaristas. "Na prática é baixo custo para o produtor e trabalho para a vizinhança", comemora Herter. Ele também está muito satisfeito com a assistência técnica. "Realmente é uma parceria. Sempre que precisei, fui prontamente atendido pela VCP", diz. Ele não precisará abrir mão da criação de animais. A floresta será consorciada com ovinos, nos dose primeiros meses, e terneiros e gado, a partir do segundo ano.
Fonte: Jornal Agora
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