Voltar
Notícias
(GERAL)
Reino Unido não deve alcançar meta de reduzir emissão de CO2
O Reino Unido dificilmente conseguirá cumprir o objetivo fixado de reduzir em 20%, até 2010, as emissões de CO2, responsáveis pelo aquecimento do planeta, afirma um relatório governamental publicado nesta terça-feira (28).
Segundo o relatório Programa para a Mudança Climática, as políticas existentes ou novas do governo do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, no âmbito ambiental conseguirão no máximo uma redução de 15% a 18%.
A própria ministra do Meio Ambiente britânica, Margaret Beckett, também admitiu essa possibilidade. O presidente do grupo parlamentar sobre mudança climática exigiu o futuro racionamento das emissões de carbono.
"A mudança climática significa que não é possível continuar a atividade industrial nem perseguir o crescimento econômico como até agora", disse o presidente do grupo, o deputado trabalhista Colin Challen.
Segundo Challen, é preciso fixar uma cota anual de emissões para cada um, que poderiam ser usadas ou negociadas.
O governo de Tony Blair admite que o crescimento econômico impediu o corte das emissões do gás, mas quer intensificar seus esforços para que os cidadãos instalem pequenas turbinas eólicas e outros microgeradores como parte de uma nova revolução ecológica.
O ministro da Energia britânico, Malcolm Wicks, publicou nesta terça um documento com a estratégia de microgeração do Governo, que tem como objetivo instalar unidades de energia caseiras em todas as cidades do país.
Até 2004, estavam instalados em casas e edifícios de diversos tipos no Reino Unido mais de 82.200 microgeradores, entre eles 78.470 sistemas solares de aquecimento de água, 1.300 produtores solares de energia elétrica, 650 microturbinas eólicas, 150 aquecedores de biomassa e 546 bombas de calor subterrâneo.
Segundo cálculos da Energy Saving Trust, fundação que trabalha na economia de eletricidade, um total de 2.050 geradores poderia atender até 40% das necessidades elétricas do Reino Unido.
(Efe/ Estadão Online)
Segundo o relatório Programa para a Mudança Climática, as políticas existentes ou novas do governo do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, no âmbito ambiental conseguirão no máximo uma redução de 15% a 18%.
A própria ministra do Meio Ambiente britânica, Margaret Beckett, também admitiu essa possibilidade. O presidente do grupo parlamentar sobre mudança climática exigiu o futuro racionamento das emissões de carbono.
"A mudança climática significa que não é possível continuar a atividade industrial nem perseguir o crescimento econômico como até agora", disse o presidente do grupo, o deputado trabalhista Colin Challen.
Segundo Challen, é preciso fixar uma cota anual de emissões para cada um, que poderiam ser usadas ou negociadas.
O governo de Tony Blair admite que o crescimento econômico impediu o corte das emissões do gás, mas quer intensificar seus esforços para que os cidadãos instalem pequenas turbinas eólicas e outros microgeradores como parte de uma nova revolução ecológica.
O ministro da Energia britânico, Malcolm Wicks, publicou nesta terça um documento com a estratégia de microgeração do Governo, que tem como objetivo instalar unidades de energia caseiras em todas as cidades do país.
Até 2004, estavam instalados em casas e edifícios de diversos tipos no Reino Unido mais de 82.200 microgeradores, entre eles 78.470 sistemas solares de aquecimento de água, 1.300 produtores solares de energia elétrica, 650 microturbinas eólicas, 150 aquecedores de biomassa e 546 bombas de calor subterrâneo.
Segundo cálculos da Energy Saving Trust, fundação que trabalha na economia de eletricidade, um total de 2.050 geradores poderia atender até 40% das necessidades elétricas do Reino Unido.
(Efe/ Estadão Online)
Fonte:
Notícias em destaque
Integração vertical chinesa pressiona demanda por celulose brasileira
Avanço da produção doméstica e da base florestal na China reduz dependência de importações e...
(PAPEL E CELULOSE)
Brasil se junta a Canadá, Suécia, Áustria e Noruega ao adotar a madeira engenheirada para erguer prédios
Brasil se junta a Canadá, Suécia, Áustria e Noruega ao adotar a madeira engenheirada para erguer prédios: o que muda...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Guerra no Oriente Médio derruba exportações de madeira do Brasil e eleva custos no setor florestal
Conflito entre EUA e Irã impacta logística global, pressiona petróleo e reduz embarques brasileiros para o Golfo...
(MADEIRA E PRODUTOS)
ForMóbile 2026: Tecnologia de superfície e sustentabilidade ditam o novo ciclo do MDF no Brasil
Impulsionado por inovações em superfícies, eficiência industrial e agenda de sustentabilidade, segmento de...
(TECNOLOGIA)
Exclusivo Brazilian Furniture: Brasil fortalece presença na Itália com design, indústria e nova agenda comercial com a União Europeia
Estudo publicado pelo projeto demonstra como as exportações brasileiras de móveis e colchões para o mercado italiano...
(MERCADO)
A Softwood Lumber Board publica relatório anual de 2025, destacando o crescimento da demanda.
O Softwood Lumber Board (SLB) publicou recentemente seu Relatório Anual de 2025, destacando o impacto da organização na...
(GERAL)














