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(GERAL)
Dólar prejudica madeireiras
O câmbio desfavorável já afeta os resultados da indústria madeireira, que está reduzindo a produção. A exportação de compensados é uma das mais prejudicadas. Nos dois primeiros meses do ano, caíram 15% em relação ao mesmo período de 2005, para US$ 106 milhões.
A Guararapes Indústria de Compensado, maior exportadora do setor e que vende tudo o que produz no mercado internacional, reduziu em 25% a produção, cortou horas extras e demitiu 300 pessoas. Está fabricando 25 mil metros cúbicos por mês, o que representa 62,5% da sua capacidade, de 40 mil metros cúbicos.
O diretor-comercial da Guararapes, José Carlos Januário, disse que a empresa cancelou investimento de € 7,5 milhões previsto para o ano. Segundo as empresas, o custo de produção do compensado está em US$ 253 por metro cúbico, acima dos preços externos, de US$ 220 nos EUA e de US$ 240 na Europa. A Lavrasul Compensados e Laminados, que vende 80% da produção para os EUA e Europa, cancelou investimentos de US$ 5 milhões em uma nova linha de produção na fábrica de Canoinhas.
A empresa já reduziu em 20% o ritmo de produção e está fabricando 9 mil metros cúbicos por mês de compensados. A fábrica de Canoinhas demitiu 300 dos mil funcionários desde o final de 2005.
Fonte: Cristina Rios (Gazeta Mercantil)
A Guararapes Indústria de Compensado, maior exportadora do setor e que vende tudo o que produz no mercado internacional, reduziu em 25% a produção, cortou horas extras e demitiu 300 pessoas. Está fabricando 25 mil metros cúbicos por mês, o que representa 62,5% da sua capacidade, de 40 mil metros cúbicos.
O diretor-comercial da Guararapes, José Carlos Januário, disse que a empresa cancelou investimento de € 7,5 milhões previsto para o ano. Segundo as empresas, o custo de produção do compensado está em US$ 253 por metro cúbico, acima dos preços externos, de US$ 220 nos EUA e de US$ 240 na Europa. A Lavrasul Compensados e Laminados, que vende 80% da produção para os EUA e Europa, cancelou investimentos de US$ 5 milhões em uma nova linha de produção na fábrica de Canoinhas.
A empresa já reduziu em 20% o ritmo de produção e está fabricando 9 mil metros cúbicos por mês de compensados. A fábrica de Canoinhas demitiu 300 dos mil funcionários desde o final de 2005.
Fonte: Cristina Rios (Gazeta Mercantil)
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