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(GERAL)
Brasil prepara primeiro mapeamento completo da cobertura vegetal nativa
O Brasil terá o primeiro mapeamento completo da sua cobertura vegetal nativa até o fim do ano. É o que anunciou hoje (25) o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério da Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, no Dia Brasil, evento paralelo da 8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-8). "Hoje só conseguimos mapear o desmatamento na Amazônia e na Mata Atlântica", revelou o secretário.
De acordo com Capobianco, esse mapeamento já está sendo realizado por meio de um esforço conjunto do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com universidades públicas, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "Já temos mais de 90% da Amazônia, do Pantanal e da caatinga mapeados", contou.
Além de considerar todos os biomas brasileiros, outra novidade do mapeamento é que ele levará em consideração áreas de vegetação secundária. "A metodologia adotada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que monitora o desmatamento na Amazônia, mede apenas novos desmatamentos. Ela não consegue perceber as áreas desmatadas que se recuperaram", explicou Capobianco. "A gente vai avaliar qual o grau de alteração dessa vegetação primária, quando acontece o reflorestamento."
Essa análise está sendo baseada em imagens de satélite referentes a 2002. "A idéia é que esse seja o ano zero do levantamento. Dependendo da aceitação da sociedade, poderemos ter periodicidade nesse trabalho", avaliou Capobianco. "O ideal é que o estudo fosse refeito a cada dois ou três anos."
Thaís Brianezi
Agência Brasil
De acordo com Capobianco, esse mapeamento já está sendo realizado por meio de um esforço conjunto do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com universidades públicas, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "Já temos mais de 90% da Amazônia, do Pantanal e da caatinga mapeados", contou.
Além de considerar todos os biomas brasileiros, outra novidade do mapeamento é que ele levará em consideração áreas de vegetação secundária. "A metodologia adotada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que monitora o desmatamento na Amazônia, mede apenas novos desmatamentos. Ela não consegue perceber as áreas desmatadas que se recuperaram", explicou Capobianco. "A gente vai avaliar qual o grau de alteração dessa vegetação primária, quando acontece o reflorestamento."
Essa análise está sendo baseada em imagens de satélite referentes a 2002. "A idéia é que esse seja o ano zero do levantamento. Dependendo da aceitação da sociedade, poderemos ter periodicidade nesse trabalho", avaliou Capobianco. "O ideal é que o estudo fosse refeito a cada dois ou três anos."
Thaís Brianezi
Agência Brasil
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