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(GERAL)
Preso maior acusado de devastar florestas do Pará
O empresário José Donizetti Pires de Oliveira, denunciado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) como o maior predador das florestas do oeste do Pará nos últimos dez anos, foi preso neste sábado em Santarém. Pires, que é presidente da Associação de Produtores Agroindustriais de Santarém, é acusado de derrubar uma área superior a 1,8 mil campos de futebol.
O Ministério Público Federal reuniu provas documentais e imagens de vídeo contra Oliveira, e pediu, assim sua prisão preventiva. Os advogados do empresário, porém, garantem que ele não é grileiro de terras públicas nem devastador de florestas.
Ativistas do Greenpeace e agricultores da região fizeram uma manifestação há cerca de 15 dias contra a grilagem de terra e extração ilegal de madeira feitas por Pires dentro de uma área chamada de Gleba Pacoval.
A Gleba Pacoval tem cerca de 400 mil hectares e é coberta por uma floresta riquíssima em espécies vegetais e animais. Segundo Paulo Adário, coordenador do Greenpeace na Amazônia, a área integra um dos últimos grandes fragmentos florestais desta região do Pará, e está sob grande pressão de fazendeiros, madeireiros e grileiros. O desmatamento anual nos municípios de Belterra e Santarém pulou de 15 mil para 28 mil hectares entre 2002 e 2004 com a chegada da soja. Oliveira foi transferido para a Penitenciária de Cucurunã.
Fonte:Carlos Mendes - Estadão
O Ministério Público Federal reuniu provas documentais e imagens de vídeo contra Oliveira, e pediu, assim sua prisão preventiva. Os advogados do empresário, porém, garantem que ele não é grileiro de terras públicas nem devastador de florestas.
Ativistas do Greenpeace e agricultores da região fizeram uma manifestação há cerca de 15 dias contra a grilagem de terra e extração ilegal de madeira feitas por Pires dentro de uma área chamada de Gleba Pacoval.
A Gleba Pacoval tem cerca de 400 mil hectares e é coberta por uma floresta riquíssima em espécies vegetais e animais. Segundo Paulo Adário, coordenador do Greenpeace na Amazônia, a área integra um dos últimos grandes fragmentos florestais desta região do Pará, e está sob grande pressão de fazendeiros, madeireiros e grileiros. O desmatamento anual nos municípios de Belterra e Santarém pulou de 15 mil para 28 mil hectares entre 2002 e 2004 com a chegada da soja. Oliveira foi transferido para a Penitenciária de Cucurunã.
Fonte:Carlos Mendes - Estadão
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