Voltar
Notícias
(GERAL)
Países ricos precisam usar mais energia renovável
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, num artigo publicado nesta terça-feira (7) pelo jornal The Guardian coincidindo com o primeiro dia de sua visita ao Reino Unido, exorta a comunidade internacional a buscar fontes alternativas e renováveis de energia e ressalta os avanços do Brasil nessa área.
"O século 21 será marcado por um debate crucial: como poderemos fazer com que o desenvolvimento social e econômico seja compatível com a preservação de nosso ambiente natural?", pergunta Lula. "O desafio é enfrentado tanto por países desenvolvidos como em desenvolvimento, mas o peso deve ser dividido de uma maneira mais equilibrada."
Segundo o presidente, a distância entre os países ricos foi dobrada ao longo dos últimos 40 anos. "Enquanto o mundo rico tem se beneficiado da prosperidade gerada pelo progresso econômico, os países pobres sofrem as conseqüências da degradação ambiental resultante do crescimento descontrolado."
Lula observa que a escala dos ativos naturais do Brasil é extraordinária. Segundo ele, ao assumir o governo, a taxa de desmatamento do País vinha crescendo 27% ao ano, mas desde o segundo semestre de 2004, ela "vem caindo dramaticamente".
"Ao longo dos próximos 10 anos, vamos colocar 13 milhões de hectares adicionais da região Amazônica sob um regime de gerenciamento que garantirá o ciclo de regeneração da floresta", disse. Além disso, acrescentou, é imperativo que todos os países coloquem em prática os compromissos do protocolo de Kyoto.
O presidente afirma que a comunidade internacional já reconhece o Brasil como um país que está respondendo ao problema ambiental utilizando cada vez mais fontes de energia limpas, renováveis e alternativas. Segundo ele, mais de 40% da energia brasileira é gerada por fontes "verdes", antes o 7% registrados nos países ricos. Além disso, observa que o etanol da cana de açúcar produzido pelo País está atraindo o interesse. Segundo Lula, o governo tem implementado iniciativas ambientais que também estão gerando benefícios sociais, como por exemplo na forma do projeto de biodiesel.
"O Brasil está se preparando ativamente para um novo paradigma de desenvolvimento ambiental que vai atender aos desafios sociais e ambientais das próximas décadas", disse. O etanol e o biodiesel são componentes chaves da nossa estratégia, e estamos determinados a plantar o óleo do futuro".
(João Caminoto/ Estadão Online)
"O século 21 será marcado por um debate crucial: como poderemos fazer com que o desenvolvimento social e econômico seja compatível com a preservação de nosso ambiente natural?", pergunta Lula. "O desafio é enfrentado tanto por países desenvolvidos como em desenvolvimento, mas o peso deve ser dividido de uma maneira mais equilibrada."
Segundo o presidente, a distância entre os países ricos foi dobrada ao longo dos últimos 40 anos. "Enquanto o mundo rico tem se beneficiado da prosperidade gerada pelo progresso econômico, os países pobres sofrem as conseqüências da degradação ambiental resultante do crescimento descontrolado."
Lula observa que a escala dos ativos naturais do Brasil é extraordinária. Segundo ele, ao assumir o governo, a taxa de desmatamento do País vinha crescendo 27% ao ano, mas desde o segundo semestre de 2004, ela "vem caindo dramaticamente".
"Ao longo dos próximos 10 anos, vamos colocar 13 milhões de hectares adicionais da região Amazônica sob um regime de gerenciamento que garantirá o ciclo de regeneração da floresta", disse. Além disso, acrescentou, é imperativo que todos os países coloquem em prática os compromissos do protocolo de Kyoto.
O presidente afirma que a comunidade internacional já reconhece o Brasil como um país que está respondendo ao problema ambiental utilizando cada vez mais fontes de energia limpas, renováveis e alternativas. Segundo ele, mais de 40% da energia brasileira é gerada por fontes "verdes", antes o 7% registrados nos países ricos. Além disso, observa que o etanol da cana de açúcar produzido pelo País está atraindo o interesse. Segundo Lula, o governo tem implementado iniciativas ambientais que também estão gerando benefícios sociais, como por exemplo na forma do projeto de biodiesel.
"O Brasil está se preparando ativamente para um novo paradigma de desenvolvimento ambiental que vai atender aos desafios sociais e ambientais das próximas décadas", disse. O etanol e o biodiesel são componentes chaves da nossa estratégia, e estamos determinados a plantar o óleo do futuro".
(João Caminoto/ Estadão Online)
Fonte:
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














