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(GERAL)
Estado de SC Lança pacote de socorro as Moveleiras
O Compex, programa de compensação para exportadores, reduzirá de 17% para 7% a alíquota de ICMS na matéria-prima usada na fabricação de produtos para exportação e isentará as empresas do imposto na conta de energia elétrica.
A assinatura chegou um dia depois do fechamento da BR-280 por mais de mil tralhadores e empresários do setor.
O pacote entra em vigor em março e tem duração de um ano. Serão beneficiadas 65 exportadoras de São Bento e Rio Negrinho.
O Compex também oficializou a troca de créditos de ICMS das moveleiras por faturas de energia elétrica no valor de até R$ 30 mil por mês. Mas o setor ainda reivindica créditos de R$ 60 milhões a abater em ICMS e outros R$ 40 milhões de créditos referentes a impostos federais.
- As empresas estão recorrendo aos juros de banco para pagar as contas, quando possuem créditos tributários que o Estado e a União não liberam. Se estivessem recebendo o que é direito, comprometeriam menos o fluxo de caixa - analisa o consultor Adelino Denk, que elabora um relatório sobre a crise moveleira.
Fábricas atrasam os pagamentos
Indústrias no vermelho, salários e pagamento de fornecedores atrasados, demissões e redução de jornada formam o quadro atual desse pólo moveleiro que já foi considerado uma "ilha de empregos".
O empresário Carlos Muelhbauer, de Rio Negrinho, adianta que em março terá que cortar 40% dos 400 funcionários que emprega na Móveis Cruzado.
A queda do valor do dólar - conseqüência da alta taxa de juros do país - derrubou a rentabilidade dos negócios. Isto porque os contratos foram fechados com antecedência, prevendo uma moeda mais valorizada do que a que existe agora, e os custos de produção, em real, não tiveram redução.
(liziane.rodrigues@diario.com.br)
A assinatura chegou um dia depois do fechamento da BR-280 por mais de mil tralhadores e empresários do setor.
O pacote entra em vigor em março e tem duração de um ano. Serão beneficiadas 65 exportadoras de São Bento e Rio Negrinho.
O Compex também oficializou a troca de créditos de ICMS das moveleiras por faturas de energia elétrica no valor de até R$ 30 mil por mês. Mas o setor ainda reivindica créditos de R$ 60 milhões a abater em ICMS e outros R$ 40 milhões de créditos referentes a impostos federais.
- As empresas estão recorrendo aos juros de banco para pagar as contas, quando possuem créditos tributários que o Estado e a União não liberam. Se estivessem recebendo o que é direito, comprometeriam menos o fluxo de caixa - analisa o consultor Adelino Denk, que elabora um relatório sobre a crise moveleira.
Fábricas atrasam os pagamentos
Indústrias no vermelho, salários e pagamento de fornecedores atrasados, demissões e redução de jornada formam o quadro atual desse pólo moveleiro que já foi considerado uma "ilha de empregos".
O empresário Carlos Muelhbauer, de Rio Negrinho, adianta que em março terá que cortar 40% dos 400 funcionários que emprega na Móveis Cruzado.
A queda do valor do dólar - conseqüência da alta taxa de juros do país - derrubou a rentabilidade dos negócios. Isto porque os contratos foram fechados com antecedência, prevendo uma moeda mais valorizada do que a que existe agora, e os custos de produção, em real, não tiveram redução.
(liziane.rodrigues@diario.com.br)
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