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(GERAL)
Ministério da Hungria espera negociar créditos de carbono
As companhias húngaras terão cerca de 23 milhões de toneladas extra de créditos de carbono para guardar ou negociar durante o primeiro período de Kyoto (até 2012), segundo estimativas feitas pelo Ministério do Meio Ambiente e Gerenciamento de Água.
No Protocolo de Kyoto, a Hungria se comprometeu em reduzir as suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) 6% até 2012, comparando com o período entre 1985 e 1987. A Hungria emitiu um total de 121 milhões de toneladas de GEE durante o período base. Mas, em 2003, devido ao desligamento de grande parte da sua capacidade industrial após a mudança do país para uma democracia e abertura para o mercado internacional, a Hungria emitiu somente 83 milhões de toneladas, ou seja, 32% menos que no ano base.
Durante todo o período anterior a 2012, as suas emissões devem ser 26% menores que o ano base, fazendo com que a Hungria tenha uma margem extra, a qual o país pode vender ou guardar para o futuro, segundo o representante do ministério, Jozsef Feiler. Ele disse que, após 2012, as necessidades internacionais de redução das emissões serão muito maiores, então talvez seja melhor economizar e não vender esta cota extra.
Os créditos em si podem não ser vendidos antes de 2008, mas as negociações em contratos futuros já foram iniciadas. A Hungria já recebeu ofertas do Japão, Canadá e Holanda para a compra dos créditos.
(Fernanda B. Muller/ CarbonoBrasil)
No Protocolo de Kyoto, a Hungria se comprometeu em reduzir as suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) 6% até 2012, comparando com o período entre 1985 e 1987. A Hungria emitiu um total de 121 milhões de toneladas de GEE durante o período base. Mas, em 2003, devido ao desligamento de grande parte da sua capacidade industrial após a mudança do país para uma democracia e abertura para o mercado internacional, a Hungria emitiu somente 83 milhões de toneladas, ou seja, 32% menos que no ano base.
Durante todo o período anterior a 2012, as suas emissões devem ser 26% menores que o ano base, fazendo com que a Hungria tenha uma margem extra, a qual o país pode vender ou guardar para o futuro, segundo o representante do ministério, Jozsef Feiler. Ele disse que, após 2012, as necessidades internacionais de redução das emissões serão muito maiores, então talvez seja melhor economizar e não vender esta cota extra.
Os créditos em si podem não ser vendidos antes de 2008, mas as negociações em contratos futuros já foram iniciadas. A Hungria já recebeu ofertas do Japão, Canadá e Holanda para a compra dos créditos.
(Fernanda B. Muller/ CarbonoBrasil)
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