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Desmatamento em Mato Grosso no ano passado foi menor do que em 2004, revela ministra
Em 2005, o desmatamento no estado do Mato Grosso caiu cerca de 41%, superando a média de 31% verificada nos nove estados que compõem a Amazônia Legal. O dado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) foi divulgado hoje (9) pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em entrevista coletiva concedida às emissoras de rádio da Radiobrás (Nacional da Amazônia, Nacional AM de Brasília e Nacional do Rio de Janeiro).
Segundo a ministra, Pará e Rondônia também conseguiram reduzir significativamente os índices de desmatamento: as quedas foram de cerca de 28% no Pará e de 18% em Rondônia. Para a ministra, apesar do resultado positivo, esses estados ainda têm altas taxas de desmatamento. "O grande esforço que nós vamos fazer é que esse desmatamento possa continuar caindo, porque boa parte do desmatamento que temos ali é desmatamento ilegal", disse.
A implementação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal foi discutida ontem (8) em reunião coordenada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O plano é desenvolvido em conjunto por 13 ministérios. Segundo Marina Silva foram analisados os resultados obtidos até agora em cada estado da Amazônia Legal. Um levantamento do Inpe divulgado em dezembro do ano passado já apontava a redução de 31% no índice de devastação na região entre agosto de 2004 e julho de 2005.
De acordo com a ministra, um dos motivos de preocupação é que, devido à intensificação das ações de fiscalização, as frentes de desmatamento acabam migrando de um município para outro. Em conseqüência disso, enquanto as taxas de desmatamento caem num determinado município, crescem em outros.
"No Pará, há municípios que tiveram queda significativa: no cômputo geral caiu 28%. Mas em alguns municípios específicos como São Félix do Xingu, tivemos aumento de desmatamento, de sorte que não podemos baixar a guarda", exemplificou Marina Silva. "Onde nós conseguimos intensificar a fiscalização, teve queda de desmatamento e as frentes se mudaram para áreas mais remotas, em que não tinha ainda essa pressão. De sorte nós temos que manter a fiscalização onde caiu e ampliar para municípios que abriram novas frentes", reforçou.
Segundo a ministra, o combate ao desmatamento na Amazônia dispõe de cerca de R$ 400 milhões, até 2007. "Esses recursos estão distribuídos nos 13 ministérios que fazem parte do plano", explicou. De acordo com ela, na reunião de ontem ficou acertado que cada ministério deveria intensificar as ações da sua responsabilidade.
Agência Brasil
Segundo a ministra, Pará e Rondônia também conseguiram reduzir significativamente os índices de desmatamento: as quedas foram de cerca de 28% no Pará e de 18% em Rondônia. Para a ministra, apesar do resultado positivo, esses estados ainda têm altas taxas de desmatamento. "O grande esforço que nós vamos fazer é que esse desmatamento possa continuar caindo, porque boa parte do desmatamento que temos ali é desmatamento ilegal", disse.
A implementação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal foi discutida ontem (8) em reunião coordenada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O plano é desenvolvido em conjunto por 13 ministérios. Segundo Marina Silva foram analisados os resultados obtidos até agora em cada estado da Amazônia Legal. Um levantamento do Inpe divulgado em dezembro do ano passado já apontava a redução de 31% no índice de devastação na região entre agosto de 2004 e julho de 2005.
De acordo com a ministra, um dos motivos de preocupação é que, devido à intensificação das ações de fiscalização, as frentes de desmatamento acabam migrando de um município para outro. Em conseqüência disso, enquanto as taxas de desmatamento caem num determinado município, crescem em outros.
"No Pará, há municípios que tiveram queda significativa: no cômputo geral caiu 28%. Mas em alguns municípios específicos como São Félix do Xingu, tivemos aumento de desmatamento, de sorte que não podemos baixar a guarda", exemplificou Marina Silva. "Onde nós conseguimos intensificar a fiscalização, teve queda de desmatamento e as frentes se mudaram para áreas mais remotas, em que não tinha ainda essa pressão. De sorte nós temos que manter a fiscalização onde caiu e ampliar para municípios que abriram novas frentes", reforçou.
Segundo a ministra, o combate ao desmatamento na Amazônia dispõe de cerca de R$ 400 milhões, até 2007. "Esses recursos estão distribuídos nos 13 ministérios que fazem parte do plano", explicou. De acordo com ela, na reunião de ontem ficou acertado que cada ministério deveria intensificar as ações da sua responsabilidade.
Agência Brasil
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