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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Vendas de papelão ondulado caem 14% de janeiro a julho.
Nos primeiros sete meses do ano, as vendas de papelão ondulado alcançaram 1,05 milhão de toneladas. O volume é 14,6% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, quando as vendas foram de 1,23 milhão de toneladas do produto, de acordo com informações da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). As vendas acumuladas nos primeiros sete meses do ano passado foram as melhores dos últimos 4 anos.
Em julho, as vendas de papelão ondulado foram de 149,3 mil toneladas, de acordo com a ABPO. O volume é 5% maior em relação ao mês de junho, quando as vendas foram de 142,1 mil toneladas. Entretanto, em comparação com julho do ano passado, em que foram comercializadas 176,7 mil toneladas, o setor registrou retração de 15,5%.
Apesar do desempenho fraco do setor, o presidente da ABPO, Paulo Sérgio Peres disse em nota na última sexta-feira acreditar num cenário melhor até o final do ano. "A queda de 2,5 pontos percentuais na taxa Selic, nossas vendas de julho e as previsões para agosto, indicam sinais de melhora para o setor de papelão ondulado", afirmou. Considerado um dos termômetros da atividade econômica, 60% do faturamento da indústria de papelão ondulado são provenientes dos setores alimentício e de bebidas.
Empresas ampliam capacidade
O setor de papelão ondulado já havia registrado no primeiro semestre deste ano seu pior desempenho dos últimos cinco anos. Foram comercializadas no período 906 mil toneladas do produto, 14,4% menores em comparação aos seis primeiros meses de 2002. Durante todo o ano passado, haviam sido comercializadas 2,24 milhões de toneladas do produto.
Nos últimos meses, várias indústrias anunciaram investimentos no setor. Em junho, o Grupo Orsa lançou um projeto para a construção de uma fábrica com capacidade de produção anual de 100 mil toneladas. A unidade, que era disputada pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina, demandará recursos de R$ 70 milhões.
O grupo também entrou no mercado de embalagens de papelão ondulado para exportar folhas de fumo, mercado até então disputado apenas pela Klabin e Rigesa.
A Cartonagem Jauense inaugurou uma unidade na cidade baiana de Lauro de Freitas no mês de julho. Já a Klabin vai focar seus negócios em embalagens, madeira e kraftliner, papel usado na fabricação do papelão ondulado.
Patrícia Nakamura
Fonte: Gazeta
25/ago/03
Em julho, as vendas de papelão ondulado foram de 149,3 mil toneladas, de acordo com a ABPO. O volume é 5% maior em relação ao mês de junho, quando as vendas foram de 142,1 mil toneladas. Entretanto, em comparação com julho do ano passado, em que foram comercializadas 176,7 mil toneladas, o setor registrou retração de 15,5%.
Apesar do desempenho fraco do setor, o presidente da ABPO, Paulo Sérgio Peres disse em nota na última sexta-feira acreditar num cenário melhor até o final do ano. "A queda de 2,5 pontos percentuais na taxa Selic, nossas vendas de julho e as previsões para agosto, indicam sinais de melhora para o setor de papelão ondulado", afirmou. Considerado um dos termômetros da atividade econômica, 60% do faturamento da indústria de papelão ondulado são provenientes dos setores alimentício e de bebidas.
Empresas ampliam capacidade
O setor de papelão ondulado já havia registrado no primeiro semestre deste ano seu pior desempenho dos últimos cinco anos. Foram comercializadas no período 906 mil toneladas do produto, 14,4% menores em comparação aos seis primeiros meses de 2002. Durante todo o ano passado, haviam sido comercializadas 2,24 milhões de toneladas do produto.
Nos últimos meses, várias indústrias anunciaram investimentos no setor. Em junho, o Grupo Orsa lançou um projeto para a construção de uma fábrica com capacidade de produção anual de 100 mil toneladas. A unidade, que era disputada pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina, demandará recursos de R$ 70 milhões.
O grupo também entrou no mercado de embalagens de papelão ondulado para exportar folhas de fumo, mercado até então disputado apenas pela Klabin e Rigesa.
A Cartonagem Jauense inaugurou uma unidade na cidade baiana de Lauro de Freitas no mês de julho. Já a Klabin vai focar seus negócios em embalagens, madeira e kraftliner, papel usado na fabricação do papelão ondulado.
Patrícia Nakamura
Fonte: Gazeta
25/ago/03
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