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Notícias
27
dez
2005
(GERAL)
Terminal solucionará exportações catarinenses
Em cerimônia realizada em Itapoá, Santa Catarina, o governador Luiz Henrique da Silveira participou do lançamento da pedra fundamental do Tecon Santa Catarina, primeiro terminal de contêineres privado do país.
Paralelamente às atividades de sondagem e de estaqueamento do Tecon Santa Catarina realizadas pelos empreendedores – Conglomerado Battistella e Aliança Navegação e Logística -, o governo do estado estará destinando recursos para as obras de infra-estrutura da região como a construção da rodovia SC 415, estrada que ligará o terminal à BR 101; fornecimento de energia e água; capacitação de mão-de-obra; e apoio ao plano diretor de Itapoá, que fica a 40 km de Joinville.
“Depois de pronto”, explicou o governador Luiz Henrique, “o terminal movimentará 300 mil contêineres/ano, o correspondente a 50% dos atuais 700 mil movimentados no estado de Santa Catarina. Isto o transformará no início da solução das exportações de produtos da região, tornando o estado catarinense em centro portuário do Mercosul”.
A previsão do governo é gerar 400 empregos diretos durante a construção. “Com o terminal em funcionamento, são estimados 300 empregos diretos e mil indiretos”, anunciou o governador Luiz Henrique da Silveira.
Face à sua localização, a baía de Babitonga é a rota natural, por vocação e economicamente mais vantajosa para as empresas exportadoras do sul do Brasil, norte da Argentina e do Uruguai. Hildo Battistella, diretor do Tecon Santa Catarina, esclareceu que “os seus custos são menores que outros portos, o que agiliza as exportações e estimula as empresas a buscarem o mercado externo”.
Previsto para entrar em funcionamento em 2007, o Tecon começa com a garantia de recebimento de frotas de grandes navios, além do comprometimento de empresários catarinenses exportadores. Essa participação é a demonstração de confiança e sinalização da importância do terminal para a região, bem como de sua transformação em pólo para contenedores de maior capacidade, aqueles de 5,5 TEUs.
“O nosso objetivo é transformar o Tecon num pólo de cabotagem para as cargas vindas da Argentina, Uruguai e de outros portos brasileiros”, afirmou José Antônio Balau, diretor de Operações, Logística e Cabotagem da Aliança Navegação e Logística.
LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA
Localizado na entrada da baía de Babitonga, em Itapoá, o futuro terminal terá profundidade natural de 16 metros, sendo desnecessária a dragagem permanente ou mesmo periódica. “Isso fará com que o Tecon Santa Catarina seja o maior e mais moderno terminal de contêineres do sul do Brasil, além de ser o único capacitado a operar navios até 9 mil TEUs”, garante Hildo Battistella.
INFRA-ESTRUTURA
A construção do Tecon Santa Catarina prevê um aparelhamento com o mais moderno padrão de tecnologia portuária, contando com cais com extensão de 630 metros para atracação simultânea de três navios. A operação será feita por oito portêineres de última geração, além de uma retro-área de 350 mil m2, com capacidade para movimentar um milhão de TEUs por ano.
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
A concepção do terminal prevê a preservação da natureza e da beleza local, garantindo a continuidade da praia para o público. O píer de atracação dos navios estará afastado cerca de 200 metros em relação à praia, sendo ligado ao pátio de contêineres por duas pontes.
O modelo, autorizado pelas autoridades federais e estaduais, foi escolhido pelo menor impacto ambiental e pelo menor custo de manutenção. Como não há interferência na praia, não se altera a corrente marítima, que provoca assoreamentos. Com isso, se elimina o custo de dragagem constante como ocorre nos portos convencionais.
UM POUCO DE HISTÓRIA
O começo do Tecon Santa Catarina data de 1995, quando o Conglomerado Battistella buscava um local para construção de um porto. Em conversa com o então prefeito de Itapoá, Sergio Ferreira de Aguiar, soube da devolução de uma área feita pela Marinha aos seus antigos proprietários na baía de Babitonga.
De posse dos documentos, o grupo buscou localizá-los, adquirir a área de aproximadamente 1,3 milhão de metros quadrados, regularizá-la de acordo com a legislação vigente visando à instalação do Tecon.
Na época, o prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, atual governador do estado, com assessoria de Manoel Mendonça, agora secretário de estado de Desenvolvimento Regional, apoiaram a idéia visualizando um futuro promissor para escoamento da produção industrial do estado.
Também o ex-prefeito de Rio Negrinho, Mauro Mariani, que à época deu suporte à Battistella na região serrana, com a construção de estrada, atualmente assessora na realização da proposta.
Hoje, passados dez anos, governador, secretário, deputados e prefeito vêem coroado seus ideais com o lançamento da pedra fundamental do empreendimento.
TECON SANTA CATARINA
CARACTERÍSTICAS DA OBRA:
O embarque dos contêineres será pelo sistema offshore, através de pontes que avançarão até a água onde os navios atracarão.
Não haverá nenhuma interferência na praia. As pontes sairão de dentro do pátio de contêineres e ficarão suspensas sobre a praia.
O modelo foi escolhido pelo menor impacto ambiental (já que não há construções junto à praia nem barreiras à corrente marítima) e pelo menor custo de manutenção.
Será usado o calado natural da baía, de 16 metros de profundidade, o que permitirá a atracação de navios maiores dos que chegam hoje aos portos catarinenses.
O Tecon Santa Catarina, em Itapoá, movimentará apenas cargas em contêineres.
PERFIL DOS INVESTIMENTOS:
Empreendimento: Terminal para movimentação de contêineres.
Localização: Baía de Babitonga, em Itapoá, litoral norte catarinense.
Capacidade: movimentação de 300 mil contêineres, a partir do terceiro ano, e 500 mil unidades, em cinco anos. O pátio terá 350 mil metros quadrados.
Empregos gerados: 400 empregos diretos, e quando da operação terminal são estimados outros 300 empregos diretos e cerca de 1 mil indiretos.
Previsão de início da operação: 2007.
Investimentos: US$ 100 milhões
Investidores: Conglomerado Battistella (70%) e Aliança Navegação e Logística (30%)
Acesso: pela rodovia SC 415, que começa em Garuva, no entrocamento com a BR 101, que será alfaltada pelo desvio da Serrinha.
Fonte:dfreire
Paralelamente às atividades de sondagem e de estaqueamento do Tecon Santa Catarina realizadas pelos empreendedores – Conglomerado Battistella e Aliança Navegação e Logística -, o governo do estado estará destinando recursos para as obras de infra-estrutura da região como a construção da rodovia SC 415, estrada que ligará o terminal à BR 101; fornecimento de energia e água; capacitação de mão-de-obra; e apoio ao plano diretor de Itapoá, que fica a 40 km de Joinville.
“Depois de pronto”, explicou o governador Luiz Henrique, “o terminal movimentará 300 mil contêineres/ano, o correspondente a 50% dos atuais 700 mil movimentados no estado de Santa Catarina. Isto o transformará no início da solução das exportações de produtos da região, tornando o estado catarinense em centro portuário do Mercosul”.
A previsão do governo é gerar 400 empregos diretos durante a construção. “Com o terminal em funcionamento, são estimados 300 empregos diretos e mil indiretos”, anunciou o governador Luiz Henrique da Silveira.
Face à sua localização, a baía de Babitonga é a rota natural, por vocação e economicamente mais vantajosa para as empresas exportadoras do sul do Brasil, norte da Argentina e do Uruguai. Hildo Battistella, diretor do Tecon Santa Catarina, esclareceu que “os seus custos são menores que outros portos, o que agiliza as exportações e estimula as empresas a buscarem o mercado externo”.
Previsto para entrar em funcionamento em 2007, o Tecon começa com a garantia de recebimento de frotas de grandes navios, além do comprometimento de empresários catarinenses exportadores. Essa participação é a demonstração de confiança e sinalização da importância do terminal para a região, bem como de sua transformação em pólo para contenedores de maior capacidade, aqueles de 5,5 TEUs.
“O nosso objetivo é transformar o Tecon num pólo de cabotagem para as cargas vindas da Argentina, Uruguai e de outros portos brasileiros”, afirmou José Antônio Balau, diretor de Operações, Logística e Cabotagem da Aliança Navegação e Logística.
LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA
Localizado na entrada da baía de Babitonga, em Itapoá, o futuro terminal terá profundidade natural de 16 metros, sendo desnecessária a dragagem permanente ou mesmo periódica. “Isso fará com que o Tecon Santa Catarina seja o maior e mais moderno terminal de contêineres do sul do Brasil, além de ser o único capacitado a operar navios até 9 mil TEUs”, garante Hildo Battistella.
INFRA-ESTRUTURA
A construção do Tecon Santa Catarina prevê um aparelhamento com o mais moderno padrão de tecnologia portuária, contando com cais com extensão de 630 metros para atracação simultânea de três navios. A operação será feita por oito portêineres de última geração, além de uma retro-área de 350 mil m2, com capacidade para movimentar um milhão de TEUs por ano.
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
A concepção do terminal prevê a preservação da natureza e da beleza local, garantindo a continuidade da praia para o público. O píer de atracação dos navios estará afastado cerca de 200 metros em relação à praia, sendo ligado ao pátio de contêineres por duas pontes.
O modelo, autorizado pelas autoridades federais e estaduais, foi escolhido pelo menor impacto ambiental e pelo menor custo de manutenção. Como não há interferência na praia, não se altera a corrente marítima, que provoca assoreamentos. Com isso, se elimina o custo de dragagem constante como ocorre nos portos convencionais.
UM POUCO DE HISTÓRIA
O começo do Tecon Santa Catarina data de 1995, quando o Conglomerado Battistella buscava um local para construção de um porto. Em conversa com o então prefeito de Itapoá, Sergio Ferreira de Aguiar, soube da devolução de uma área feita pela Marinha aos seus antigos proprietários na baía de Babitonga.
De posse dos documentos, o grupo buscou localizá-los, adquirir a área de aproximadamente 1,3 milhão de metros quadrados, regularizá-la de acordo com a legislação vigente visando à instalação do Tecon.
Na época, o prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, atual governador do estado, com assessoria de Manoel Mendonça, agora secretário de estado de Desenvolvimento Regional, apoiaram a idéia visualizando um futuro promissor para escoamento da produção industrial do estado.
Também o ex-prefeito de Rio Negrinho, Mauro Mariani, que à época deu suporte à Battistella na região serrana, com a construção de estrada, atualmente assessora na realização da proposta.
Hoje, passados dez anos, governador, secretário, deputados e prefeito vêem coroado seus ideais com o lançamento da pedra fundamental do empreendimento.
TECON SANTA CATARINA
CARACTERÍSTICAS DA OBRA:
O embarque dos contêineres será pelo sistema offshore, através de pontes que avançarão até a água onde os navios atracarão.
Não haverá nenhuma interferência na praia. As pontes sairão de dentro do pátio de contêineres e ficarão suspensas sobre a praia.
O modelo foi escolhido pelo menor impacto ambiental (já que não há construções junto à praia nem barreiras à corrente marítima) e pelo menor custo de manutenção.
Será usado o calado natural da baía, de 16 metros de profundidade, o que permitirá a atracação de navios maiores dos que chegam hoje aos portos catarinenses.
O Tecon Santa Catarina, em Itapoá, movimentará apenas cargas em contêineres.
PERFIL DOS INVESTIMENTOS:
Empreendimento: Terminal para movimentação de contêineres.
Localização: Baía de Babitonga, em Itapoá, litoral norte catarinense.
Capacidade: movimentação de 300 mil contêineres, a partir do terceiro ano, e 500 mil unidades, em cinco anos. O pátio terá 350 mil metros quadrados.
Empregos gerados: 400 empregos diretos, e quando da operação terminal são estimados outros 300 empregos diretos e cerca de 1 mil indiretos.
Previsão de início da operação: 2007.
Investimentos: US$ 100 milhões
Investidores: Conglomerado Battistella (70%) e Aliança Navegação e Logística (30%)
Acesso: pela rodovia SC 415, que começa em Garuva, no entrocamento com a BR 101, que será alfaltada pelo desvio da Serrinha.
Fonte:dfreire
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