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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Estoque reduzido de pinus prejudica o trabalho da indústria moveleira.
Com a indústria moveleira gaúcha apresentando um faturamento anual de R$ 2,5 bilhões, a produção, que tem condições de ampliação, se defronta hoje com um sério obstáculo: o esperado déficit na disponibilidade do gênero pinus. A madeira tem mercado certo no Rio Grande do Sul, disputado principalmente por fábricas de móveis, serrarias e construção civil. Mas apesar de haver uma área de 150 mil hectares da espécie plantada no Estado, nem toda está em época de corte. O estoque disponível mal dá conta de abastecer o mercado gaúcho, sendo necessário, principalmente para as indústrias de móveis para exportação, comprar a matéria-prima de Santa Catarina, que tem reservas maiores e com madeira considerada de melhor qualidade.
A produção de pinus não aparece no mercado porque já tem consumo garantido, com boa parte utilizada pela construção civil ou sendo exportada na forma in natura e por empresas que fabricam aglomerados e similares- explica Edemir Giácomo Zatti, presidente do Sindimadeira, entidade que representa o setor. Segundo ele, o Estado tem boa produção, principalmente na região de Rio Grande, mas também emprega muito a mandeira. Por causa disso, acaba sendo mais viável para as empresas moveleiras daqui comprar matéria-prima do estado vizinho.
Se compramos o Pinus lá, estamos gerando impostos, renda e emprego fora daqui, sem contar que acaba encarecendo o custo do produto por causa do frete - contrapõe o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado (Movergs), Ivanor Scotton.
Aspectos sociais
Movelaria: 33 mil empregos diretos e 150 mil indiretos; 2.156 micro-empresas, 918 pequenas empresas, 122 médias empresas e 4 grandes empresas
Florestamento: envolve 40 mil famílias
Serrarias: 15 mil empregos diretos e 50 mil indiretos
Setor de marcenarias: 10 mil empregos diretos
Total: mais de 250 mil empregos
Faturamento anual por segmento
Movelaria R$ 2,5 bi
Celulose e papel R$ 500 milhões
Outros R$ 500 milhões
Total R$ 3,5 bilhões
Fonte: Pioneiro
22/ago/03
A produção de pinus não aparece no mercado porque já tem consumo garantido, com boa parte utilizada pela construção civil ou sendo exportada na forma in natura e por empresas que fabricam aglomerados e similares- explica Edemir Giácomo Zatti, presidente do Sindimadeira, entidade que representa o setor. Segundo ele, o Estado tem boa produção, principalmente na região de Rio Grande, mas também emprega muito a mandeira. Por causa disso, acaba sendo mais viável para as empresas moveleiras daqui comprar matéria-prima do estado vizinho.
Se compramos o Pinus lá, estamos gerando impostos, renda e emprego fora daqui, sem contar que acaba encarecendo o custo do produto por causa do frete - contrapõe o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado (Movergs), Ivanor Scotton.
Aspectos sociais
Movelaria: 33 mil empregos diretos e 150 mil indiretos; 2.156 micro-empresas, 918 pequenas empresas, 122 médias empresas e 4 grandes empresas
Florestamento: envolve 40 mil famílias
Serrarias: 15 mil empregos diretos e 50 mil indiretos
Setor de marcenarias: 10 mil empregos diretos
Total: mais de 250 mil empregos
Faturamento anual por segmento
Movelaria R$ 2,5 bi
Celulose e papel R$ 500 milhões
Outros R$ 500 milhões
Total R$ 3,5 bilhões
Fonte: Pioneiro
22/ago/03
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