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Crescimento do cultivo de eucalipto impulsiona contratações e aumenta a demanda por mão de obra qualificada
O setor de celulose e silvicultura em Mato Grosso do Sul projeta a criação de pelo menos 24 mil novos postos de trabalho até 2032, impulsionado pela expansão do cultivo de eucalipto no estado. O movimento consolida a região como um dos principais polos da indústria florestal no país, ampliando a relevância econômica da cadeia produtiva. Atualmente, de acordo com a Secretaria de Meio Ambiente local, o segmento já reúne mais de 38 mil empregos formais.
Após um ciclo mais intenso de investimentos em infraestrutura, o foco passa a ser a atração, qualificação e retenção de profissionais capazes de operar novas unidades industriais e sustentar a produtividade das florestas plantadas.
Esse avanço amplia o papel estratégico do eucalipto na economia estadual, com impactos diretos na geração de renda e no desenvolvimento regional, além de contribuir para a competitividade da indústria de base florestal no Brasil.
Em paralelo, o agronegócio enfrenta desafios relevantes em outras frentes. Um estudo da Embrapa Cerrados, em parceria com a Epagri e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), aponta que a cigarrinha-do-milho causou prejuízos significativos à produção nacional. Entre 2020 e 2024, as perdas acumuladas chegaram a US$ 25 bilhões, com impacto médio anual de 22% na produtividade, além do aumento nos custos com defensivos.
Embora esse cenário exija atenção e medidas de controle mais eficazes, o desempenho da silvicultura segue como um dos principais vetores de crescimento no estado, sustentado pela expansão contínua das áreas de eucalipto.
Fonte: Portal Celulose
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