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Notícias
06
dez
2005
(GERAL)
Árvore dá mais dinheiro do que boi
César Rosa Cunha, empresário no ramo da indústria madeireira e presidente da Comissão Municipal de Emprego de Rondon do Pará, acredita que é possível fazer no Pará o que já se está fazendo no Rio Grande do Sul onde o governo investe no plantio de árvores por ser uma atividade mais rentável do que criar boi. “Podemos fazer esse mesmo tipo de investimento aqui nesta região principalmente entorno do Pólo Siderúrgico de Carajás e usar, por exemplo, O Fundo Florestal Carajás - FFC”, afirma o empresário.
O FFC foi constituído pelas siderúrgicas de ferro gusa, associadas à Asica - Associação das Siderúrgicas de Carajás, que contribuem com, até, US$ 3.00 por tonelada de ferro gusa exportada. Existe uma uma expectativa anual de venda entorno de 3,5 milhões de toneladas de ferro gusa que deverá gerar aproximadamente US$ 10 milhões de dólares por ano para o Fundo.
Pelas informações do zoneamento agroecológico de Rondon as florestas nesta região têm um rápido crescimento devido a vários fatores climáticos, como exemplo, 2.000 horas de luz solar por ano que favorecem o crescimento dessas florestas plantadas. Localizado num raio aproximadamente de 200 km em volta do pólo Carajás se pode utilizar o FFC ou outras opções de investimentos como o Pronaf Floresta.
“Acho que o governo estadual também precisa criar um fundo de investimento que possa subsidiar pequenos agricultores, produtores rurais para se garantir a auto-sustentabilidade da produção de ferro gusa. A partir dessas florestas plantadas preservar-se-á as espécies nativas e, conseqüentemente, o meio ambiente e gerar aproximadamente 70.000 empregos diretos e indiretos”, acredita o empresário.
Teoria comprovada no RS - Os cálculos que foram feitos no interior gaúcho entre os técnicos que cuidam do Plofora - Programa de Financiamento Florestal Gaúcho da Caixa Econômica Federal (Caixa RS). Um hectare de pecuária rende 50 kg de boi, ou seja, R$ 80,00 por ano, calculado o quilo do boi a R$ 1,60. Este mesmo hectare de floresta de acácia, pinus ou eucalipto rende R$ 500,00 ao ano. A equação levou em conta o prazo para maturação dos dois tipos de investimento.
Cada investimento deste equivale a uma montadora. Uma montadora verde. O Proflora gaúcho quer dobrar a área de florestas do Estado, que pularia de 400 mil para 800 mil hectares, num prazo de 10 anos.Serão 200 mil novos empregos.
(Jornal do Meio Ambiente / Diário do Pará)
O FFC foi constituído pelas siderúrgicas de ferro gusa, associadas à Asica - Associação das Siderúrgicas de Carajás, que contribuem com, até, US$ 3.00 por tonelada de ferro gusa exportada. Existe uma uma expectativa anual de venda entorno de 3,5 milhões de toneladas de ferro gusa que deverá gerar aproximadamente US$ 10 milhões de dólares por ano para o Fundo.
Pelas informações do zoneamento agroecológico de Rondon as florestas nesta região têm um rápido crescimento devido a vários fatores climáticos, como exemplo, 2.000 horas de luz solar por ano que favorecem o crescimento dessas florestas plantadas. Localizado num raio aproximadamente de 200 km em volta do pólo Carajás se pode utilizar o FFC ou outras opções de investimentos como o Pronaf Floresta.
“Acho que o governo estadual também precisa criar um fundo de investimento que possa subsidiar pequenos agricultores, produtores rurais para se garantir a auto-sustentabilidade da produção de ferro gusa. A partir dessas florestas plantadas preservar-se-á as espécies nativas e, conseqüentemente, o meio ambiente e gerar aproximadamente 70.000 empregos diretos e indiretos”, acredita o empresário.
Teoria comprovada no RS - Os cálculos que foram feitos no interior gaúcho entre os técnicos que cuidam do Plofora - Programa de Financiamento Florestal Gaúcho da Caixa Econômica Federal (Caixa RS). Um hectare de pecuária rende 50 kg de boi, ou seja, R$ 80,00 por ano, calculado o quilo do boi a R$ 1,60. Este mesmo hectare de floresta de acácia, pinus ou eucalipto rende R$ 500,00 ao ano. A equação levou em conta o prazo para maturação dos dois tipos de investimento.
Cada investimento deste equivale a uma montadora. Uma montadora verde. O Proflora gaúcho quer dobrar a área de florestas do Estado, que pularia de 400 mil para 800 mil hectares, num prazo de 10 anos.Serão 200 mil novos empregos.
(Jornal do Meio Ambiente / Diário do Pará)
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