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Notícias
27
nov
2005
(GERAL)
Brasil corre o risco de perder o "bonde" chinês
Especialistas alertam as empresas sobre o risco de não incluir a China em planos estratégicos
O Brasil precisa se apressar se não quiser perder mais um bonde da história, desta vez, o bonde chinês. Na avaliação de empresários e especialistas, tanto o governo quanto as indústrias brasileiras precisam identificar as áreas afins e buscar as parcerias possíveis. O secretário-executivo do Conselho Empresarial Brasil-China, Renato Amorim, diz que "o maior risco para as empresas de todo o mundo é não incluir a China em seu planejamento estratégico, já que a ascensão econômica daquele país não é um fenômeno passageiro e está provocando um vasto reordenamento produtivo global".
Para o embaixador Sérgio Amaral, que foi um dos participantes do seminário "China: Ambiente de Negócios e Oportunidades para o Comércio e Investimentos", promovido pelo escritório Felsberg e Associados, não se pode deixar de reconhecer que a China é um mercado difícil, desconhecido, mas são muitos os espaços a serem ocupados. "Há oportunidade na agroindústria, etanol, café, produtos que os chineses precisarão de fato. Não se trata de uma questão ocasional, é estratégica e as decisões precisam ser tomadas já."
(Fonte: Gazeta Mercantil)
O Brasil precisa se apressar se não quiser perder mais um bonde da história, desta vez, o bonde chinês. Na avaliação de empresários e especialistas, tanto o governo quanto as indústrias brasileiras precisam identificar as áreas afins e buscar as parcerias possíveis. O secretário-executivo do Conselho Empresarial Brasil-China, Renato Amorim, diz que "o maior risco para as empresas de todo o mundo é não incluir a China em seu planejamento estratégico, já que a ascensão econômica daquele país não é um fenômeno passageiro e está provocando um vasto reordenamento produtivo global".
Para o embaixador Sérgio Amaral, que foi um dos participantes do seminário "China: Ambiente de Negócios e Oportunidades para o Comércio e Investimentos", promovido pelo escritório Felsberg e Associados, não se pode deixar de reconhecer que a China é um mercado difícil, desconhecido, mas são muitos os espaços a serem ocupados. "Há oportunidade na agroindústria, etanol, café, produtos que os chineses precisarão de fato. Não se trata de uma questão ocasional, é estratégica e as decisões precisam ser tomadas já."
(Fonte: Gazeta Mercantil)
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