Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Exportações já ultrapassam US$ 100 bilhões
As exportações brasileiras ultrapassaram a casa dos US$ 100 bilhões pela primeira vez na história. No acumulado do ano até a segunda semana de novembro, as vendas de produtos brasileiros ao exterior somam US$ 101,28 bilhões, um crescimento de 22,1% sobre o mesmo período do ano passado (US$ 82,915 bilhões). Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento.
A meta revisada de exportações do governo para este ano é de US$ 117 bilhões. Foi a segunda revisão do ano - a primeira previsão era de US$ 108 bilhões e a segunda, de US$ 112 bilhões.
O crescimento das exportações tem sido possível mesmo com um dólar considerado baixo por industriais e agricultores - a moeda fechou cotada a R$ 2,164 na sexta-feira. Em tese, quanto menos vale o dólar, mais caro ficam os produtos brasileiros no exterior. Já as importações somam no ano US$ 63,102 bilhões, um crescimento de 17,7%.
A diferença entre as exportações e as importações é o superávit comercial, que está com um saldo positivo de US$ 38,178 bilhões, um crescimento de 30,3% sobre o mesmo período do ano passado (US$ 29,308 bilhões).
Para este ano, os analistas do mercado financeiro prevêem um superávit comercial de US$ 42,02 bilhões. Já a previsão do Banco Central é que a balança termine o ano com um saldo positivo de US$ 38 bilhões.
Novembro
Na segunda semana de novembro - 7 a 13 de novembro -, o superávit comercial foi de US$ 939 milhões, diferença entre as exportações de US$ 2,615 bilhões e importações de US$ 1,676 bilhão.
Já o saldo positivo acumulado no mês é de US$ 1,828 bilhão. No período, as exportações somaram US$ 4,657 bilhões e as importações, US$ 2,829 bilhões.
Paraná Online
A meta revisada de exportações do governo para este ano é de US$ 117 bilhões. Foi a segunda revisão do ano - a primeira previsão era de US$ 108 bilhões e a segunda, de US$ 112 bilhões.
O crescimento das exportações tem sido possível mesmo com um dólar considerado baixo por industriais e agricultores - a moeda fechou cotada a R$ 2,164 na sexta-feira. Em tese, quanto menos vale o dólar, mais caro ficam os produtos brasileiros no exterior. Já as importações somam no ano US$ 63,102 bilhões, um crescimento de 17,7%.
A diferença entre as exportações e as importações é o superávit comercial, que está com um saldo positivo de US$ 38,178 bilhões, um crescimento de 30,3% sobre o mesmo período do ano passado (US$ 29,308 bilhões).
Para este ano, os analistas do mercado financeiro prevêem um superávit comercial de US$ 42,02 bilhões. Já a previsão do Banco Central é que a balança termine o ano com um saldo positivo de US$ 38 bilhões.
Novembro
Na segunda semana de novembro - 7 a 13 de novembro -, o superávit comercial foi de US$ 939 milhões, diferença entre as exportações de US$ 2,615 bilhões e importações de US$ 1,676 bilhão.
Já o saldo positivo acumulado no mês é de US$ 1,828 bilhão. No período, as exportações somaram US$ 4,657 bilhões e as importações, US$ 2,829 bilhões.
Paraná Online
Fonte:
Notícias em destaque
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)
Sustentabilidade: primeiro a obra, depois a moldura.
Recentemente fui convidado para visitar uma propriedade florestal e emitir uma opinião sobre a sustentabilidade do empreendimento.
Logo...
(SILVICULTURA)
Com 88,5 metros de altura e tronco de quase 10 metros de circunferência, a maior árvore conhecida da Amazônia equivale a um prédio de 30 andares
No norte do Pará, a maior árvore conhecida da Amazônia ergue a copa tão acima da mata que sua altura lembra um...
(GERAL)
Como reaproveitar a serragem com sustentabilidade na marcenaria caseira
Como reaproveitar a serragem na marcenaria caseira?
Depois de serrar, lixar ou ajustar uma peça na garagem, é normal a bancada...
(GERAL)
Setor de árvores cultivadas teme protecionismo dos EUA
Decisão americana sobre tarifa de 25% em produtos como papéis e painéis preocupa setor industrial brasileiro
O...
(MERCADO)
El Niño pode pressionar oferta global de celulose e alterar dinâmica do mercado, avalia JPMorgan
Banco aponta a Suzano como uma das empresas mais resilientes diante dos potenciais impactos do fenômeno climático sobre a...
(MERCADO)














