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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
BID apoiará pólos moveleiro e têxtil
Dois arranjos produtivos do interior pernambucano - os pólos moveleiro e têxtil - receberão o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a partir do início do ano que vem, para adequar as suas mercadorias ao padrão de qualidade internacional. Isso porque o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, assinou, na última terça-feira, uma carta de intenções com a finalidade de ampliar a cooperação entre empresas italianas e brasileiras. O acordo foi firmado em Milão e deve beneficiar principalmente os micro e pequenos empreendimentos. Segun-do Monteiro Neto, o projeto “Promos” sintetiza uma parceria com a Câmara de Comér-cio, Indústria, Artesanato e Agri-cultura (CCIAA) de Milão. Financiado pelo fundo multilateral do BID, o projeto contará com US$ 5 milhões na próxima etapa.
A parceria entre os países iniciou-se em 2002. Com auxílio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), foram realizados treinamentos para boa parte dos cerca de 300 APLs (arranjos produtivos locais) existentes no Brasil. Nessa fase seguinte, mais 20 clusters do País serão contemplados com serviços de consultoria em design e gestão empresarial, por dois anos. “Esperamos transferir tecnologia para o pólo de confecções do Agreste, assim como trazer especialistas em design para auxiliar os moveleiros”, frisou o presidente da CNI, ressaltando que os benefícios desse trabalho vão de incremento nas exportações à ampliação de empregos nos municípios que sediam os arranjos.
Dados repassados pela CNI apontam que a Itália possui, hoje, 200 distritos industriais moldados no formato dos clusters . Na região da Lombardia (que tem Milão como capital), existem mais de 700 mil micro e pequenas empresas, as quais fabricam 29% dos produtos manufaturados daquele país. No Brasil, o projeto ajudou pólos como o do município de Tobias Barreto, em Sergipe, a ampliar a sua produção de confecções em 70%, de 2002 a 2005.
Segundo a confederação, 82% das empresas introduziram alguma inovação em seu processo produtivo e 23% das mesmas adotaram o atendimento de pós-venda para os clientes.
Em Pernambuco, o pólo de vestuário do Agreste - subdividido entre as cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe - possui 14 mil empresas. Os empreendedores mantém 80 mil empregos diretos e cerca de 20 mil postos indiretamente. A estimativa é do presidente do Sindi-cato das Indústrias de Ves-tuário do Estado de Pernambuco (Sindivest-PE), Fredi Maia. Segundo ele, o exercício de 2005 será encerrado com um incremento de 5% nas vendas. Por mês, a região fatura cerca de R$ 160 milhões com as peças de roupa fabricadas. Porém, 30% da comercialização é realizada por representantes das empresas, em outros pontos de venda.
Agência Sebrae
A parceria entre os países iniciou-se em 2002. Com auxílio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), foram realizados treinamentos para boa parte dos cerca de 300 APLs (arranjos produtivos locais) existentes no Brasil. Nessa fase seguinte, mais 20 clusters do País serão contemplados com serviços de consultoria em design e gestão empresarial, por dois anos. “Esperamos transferir tecnologia para o pólo de confecções do Agreste, assim como trazer especialistas em design para auxiliar os moveleiros”, frisou o presidente da CNI, ressaltando que os benefícios desse trabalho vão de incremento nas exportações à ampliação de empregos nos municípios que sediam os arranjos.
Dados repassados pela CNI apontam que a Itália possui, hoje, 200 distritos industriais moldados no formato dos clusters . Na região da Lombardia (que tem Milão como capital), existem mais de 700 mil micro e pequenas empresas, as quais fabricam 29% dos produtos manufaturados daquele país. No Brasil, o projeto ajudou pólos como o do município de Tobias Barreto, em Sergipe, a ampliar a sua produção de confecções em 70%, de 2002 a 2005.
Segundo a confederação, 82% das empresas introduziram alguma inovação em seu processo produtivo e 23% das mesmas adotaram o atendimento de pós-venda para os clientes.
Em Pernambuco, o pólo de vestuário do Agreste - subdividido entre as cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe - possui 14 mil empresas. Os empreendedores mantém 80 mil empregos diretos e cerca de 20 mil postos indiretamente. A estimativa é do presidente do Sindi-cato das Indústrias de Ves-tuário do Estado de Pernambuco (Sindivest-PE), Fredi Maia. Segundo ele, o exercício de 2005 será encerrado com um incremento de 5% nas vendas. Por mês, a região fatura cerca de R$ 160 milhões com as peças de roupa fabricadas. Porém, 30% da comercialização é realizada por representantes das empresas, em outros pontos de venda.
Agência Sebrae
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