Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Imposto de importação por Paranaguá cai para 3%
A redução de 12% para 3% do imposto de importação pelos portos de Paranaguá e Antonina visa conter o êxodo de tradicionais importadoras paranaenses para Santa Catarina, onde a carga tributária é menor. O governo catarinense, embora tribute os mesmos 12%, dá crédito de 9% para as empresas importadoras.
Desde que a superintendência do Porto de Itajaí adotou o Compex, programa de incentivo a exportação e importação, concedendo créditos presumidos para as empresas importadoras, o movimento caiu nos portos paranaenses. A arrecadação do Paraná passou de R$ 72 milhões em janeiro deste ano para R$ 19 milhões em agosto.
Algumas empresas tradicionais do ramo de importação de bens de consumo em geral chegaram a mudar suas sedes de Paranaguá para Itajaí, para desfrutarem o “beneficio fiscal” em troca de alguns investimentos na infraestrutura daquele porto a titulo de contrapartida.
“Representantes de empresas que permaneceram em Paranaguá nos procuraram, pedindo que o governo adotasse as medidas. A vantagem do Paraná é que não estamos exigindo nenhuma contrapartida”, disse o governador Roberto Requião, do Paraná, que acredita que a curto e médio prazo será possível recuperar as receitas de importação e reconquistar as importadoras que deixaram o Estado nos dois últimos anos.
“Mesmo porque o Porto de Paranaguá é maior, mais rápido e possui melhor infraestrutura que Itajaí”, acrescentou Requião.
Requião atribui a culpa pela “guerra fiscal” entre os Estados ao Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária. “É o único responsável por essa desordem. A carga tributária é grande e os Estados apelam para medidas que, na maioria das vezes, não tem o amparo da Constituição Federal. Assim, decidimos fazer o mesmo que Santa Catarina, porque ninguém mais se incomoda com as regras que o Confaz faz”, concluiu.
Fonte: Comexnews
Desde que a superintendência do Porto de Itajaí adotou o Compex, programa de incentivo a exportação e importação, concedendo créditos presumidos para as empresas importadoras, o movimento caiu nos portos paranaenses. A arrecadação do Paraná passou de R$ 72 milhões em janeiro deste ano para R$ 19 milhões em agosto.
Algumas empresas tradicionais do ramo de importação de bens de consumo em geral chegaram a mudar suas sedes de Paranaguá para Itajaí, para desfrutarem o “beneficio fiscal” em troca de alguns investimentos na infraestrutura daquele porto a titulo de contrapartida.
“Representantes de empresas que permaneceram em Paranaguá nos procuraram, pedindo que o governo adotasse as medidas. A vantagem do Paraná é que não estamos exigindo nenhuma contrapartida”, disse o governador Roberto Requião, do Paraná, que acredita que a curto e médio prazo será possível recuperar as receitas de importação e reconquistar as importadoras que deixaram o Estado nos dois últimos anos.
“Mesmo porque o Porto de Paranaguá é maior, mais rápido e possui melhor infraestrutura que Itajaí”, acrescentou Requião.
Requião atribui a culpa pela “guerra fiscal” entre os Estados ao Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária. “É o único responsável por essa desordem. A carga tributária é grande e os Estados apelam para medidas que, na maioria das vezes, não tem o amparo da Constituição Federal. Assim, decidimos fazer o mesmo que Santa Catarina, porque ninguém mais se incomoda com as regras que o Confaz faz”, concluiu.
Fonte: Comexnews
Fonte:
Notícias em destaque
Construção em madeira engenheirada é uma das alternativas para enfrentar o déficit habitacional de 5,9 milhões de moradias no país
O Brasil ainda enfrenta um desafio habitacional de grandes proporções, que chega a 5,9 milhões de domicílios,...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Relatório Anual Ibá: Brasil bate recordes na produção e exportação de celulose
A produção brasileira de celulose alcançou a marca recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de...
(SETOR FLORESTAL)
Pesquisa busca adaptar pinus às mudanças climáticas e aumentar a produtividade
Embrapa Florestas desenvolve desde 2021 estudo para identificar materiais genéticos mais adaptados às transformações...
(TECNOLOGIA)
Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7 por cento ao ano até 2030, segundo pesquisa
O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Suzano abre oportunidades de emprego em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
Oportunidades abrangem áreas florestal, manutenção, logística, administrativa e operacional, com...
(GERAL)
Suzano bate recorde em Santos e embarca 39,1 mil t de celulose em 24h
Volume, que seguiu em dois navios para a Europa, equivale a 407 vagões de trens de carga
A Suzano embarcou 39,1 mil toneladas de...
(LOGÍSTICA)














