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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Paraná quer implantar Corredor da Madeira
Uma parceria entre a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), a Prefeitura de Ponta Grossa, o Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), empresas do setor madeireiro, exportadores e operadores portuários vai viabilizar a implantação do Corredor da Madeira no Porto de Paranaguá. A operação envolve uma estrutura de armazenagem em Ponta Grossa, que vai funcionar como uma área retroportuária ligada on-line com o terminal de embarque.
O projeto do corredor abrange dois armazéns com 30 mil metros quadrados, com capacidade para 300 mil metros cúbicos de madeira. Com esta estrutura, as cargas de madeira de todo o Estado ficarão armazenadas nos Campos Gerais, de onde sairão já com o embarque pré-agendado. “O objetivo é reduzir custos, agilizar o fluxo de cargas e atrair mais armadores para Paranaguá. Com isso, pretendemos melhorar a competitividade do terminal e do setor madeireiro paranaense”, afirma o empresário e vice-presidente da Fiep, Álvaro Scheffer.
Segundo Paulo Nogueira Artigas, representantes da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, a proposta é atrair para os portos do Paraná as cargas de madeira destinadas ao mercado externo que, em muitos casos, são direcionadas para Itajaí. “A madeira responde por 5% das exportações do Brasil e é hoje o segundo item da pauta, perdendo apenas para o embarque de grãos”, destaca. A intenção é que até o final do ano o Corredor da Madeira esteja em operação.
Fonte: O Estado do Paraná
O projeto do corredor abrange dois armazéns com 30 mil metros quadrados, com capacidade para 300 mil metros cúbicos de madeira. Com esta estrutura, as cargas de madeira de todo o Estado ficarão armazenadas nos Campos Gerais, de onde sairão já com o embarque pré-agendado. “O objetivo é reduzir custos, agilizar o fluxo de cargas e atrair mais armadores para Paranaguá. Com isso, pretendemos melhorar a competitividade do terminal e do setor madeireiro paranaense”, afirma o empresário e vice-presidente da Fiep, Álvaro Scheffer.
Segundo Paulo Nogueira Artigas, representantes da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, a proposta é atrair para os portos do Paraná as cargas de madeira destinadas ao mercado externo que, em muitos casos, são direcionadas para Itajaí. “A madeira responde por 5% das exportações do Brasil e é hoje o segundo item da pauta, perdendo apenas para o embarque de grãos”, destaca. A intenção é que até o final do ano o Corredor da Madeira esteja em operação.
Fonte: O Estado do Paraná
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