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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Crescem as exportações brasileiras para mercados não-tradicionais
As exportações brasileiras para mercados não-tradicionais são cada vez mais influentes no resultado da balança comercial. A edição de setembro do boletim Comércio Exterior em Perspectiva, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), destaca o aumento expressivo nas vendas para a Europa Oriental e África. No acumulado entre janeiro e agosto deste ano em relação a igual período de 2004, as exportações para Europa Oriental cresceram 67,4%, e, para a África, 47,9%.
No mesmo período, as exportações para a Ásia subiram 21,5%, sendo que as vendas brasileiras para a China cresceram 6,1%. Os embarques para mercados convencionais também tiveram aumentos significativos, como o Mercosul, com alta de 32,6%, com destaque para as exportações destinadas à Argentina (35,1%).
As exportações brasileiras em agosto somaram US$ 11,3 bilhões. Os embarques de produtos industrializados respondem pela maior parte da expansão das vendas externas brasileiras, apesar de os produtos básicos continuarem dando impulso ao desempenho comercial do país. As vendas de básicos subiram 15,9%, em função, especialmente, de carnes suína, bovina e de frango, café em grão, petróleo e minério de ferro, que mais que compensaram as perdas de receita com a soja.
O ritmo de crescimento dos preços internacionais se mantém devido à forte demanda mundial. No entanto, a CNI alerta que não se pode prever por quanto tempo esse movimento irá durar. "A China, uma das principais responsáveis por esse aumento da demanda, está rapidamente reduzindo sua dependência externa de uma série de produtos, conseqüentemente diminuindo sua demanda e provocando queda nos preços", diz o documento.
As importações brasileiras também tiveram um crescimento expressivo em agosto e atingiram US$ 7,6 bilhões. As importações de bens de capital seguem crescendo quase que exclusivamente devido ao aumento da quantidade comprada. "Esse resultado traz dúvidas quanto à sustentabilidade dessa trajetória, que pode estar influenciada pela perspectiva futura de desvalorização do real, que estimula os empresários a antecipar suas compras", diz o estudo da CNI.
O boletim Comércio Exterior em Perspectiva traz ainda um texto sobre o acesso da China à Organização Mundial do Comércio (OMC) e as implicações para o Brasil. Também mostra o bom desempenho do comércio mundial em 2004.
Fonte: Agência CNI
No mesmo período, as exportações para a Ásia subiram 21,5%, sendo que as vendas brasileiras para a China cresceram 6,1%. Os embarques para mercados convencionais também tiveram aumentos significativos, como o Mercosul, com alta de 32,6%, com destaque para as exportações destinadas à Argentina (35,1%).
As exportações brasileiras em agosto somaram US$ 11,3 bilhões. Os embarques de produtos industrializados respondem pela maior parte da expansão das vendas externas brasileiras, apesar de os produtos básicos continuarem dando impulso ao desempenho comercial do país. As vendas de básicos subiram 15,9%, em função, especialmente, de carnes suína, bovina e de frango, café em grão, petróleo e minério de ferro, que mais que compensaram as perdas de receita com a soja.
O ritmo de crescimento dos preços internacionais se mantém devido à forte demanda mundial. No entanto, a CNI alerta que não se pode prever por quanto tempo esse movimento irá durar. "A China, uma das principais responsáveis por esse aumento da demanda, está rapidamente reduzindo sua dependência externa de uma série de produtos, conseqüentemente diminuindo sua demanda e provocando queda nos preços", diz o documento.
As importações brasileiras também tiveram um crescimento expressivo em agosto e atingiram US$ 7,6 bilhões. As importações de bens de capital seguem crescendo quase que exclusivamente devido ao aumento da quantidade comprada. "Esse resultado traz dúvidas quanto à sustentabilidade dessa trajetória, que pode estar influenciada pela perspectiva futura de desvalorização do real, que estimula os empresários a antecipar suas compras", diz o estudo da CNI.
O boletim Comércio Exterior em Perspectiva traz ainda um texto sobre o acesso da China à Organização Mundial do Comércio (OMC) e as implicações para o Brasil. Também mostra o bom desempenho do comércio mundial em 2004.
Fonte: Agência CNI
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