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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Dólar baixo atrapalha madeireiros no MT
A desvalorização do dólar em relação ao real está deixando os exportadores de madeira com a “pulga atrás da orelha”. Com o câmbio baixo, as compras externas tendem a cair, comprometendo as metas das indústrias. “O dólar oscila para baixo quase que diariamente e isso tem inibido os importadores”, diz Cleonir Bedin, diretor da Madeiras Bonsucesso Ltda., com sede em Sorriso (460 quilômetros ao Médio Norte de Cuiabá), uma das maiores exportadoras do setor madeireiro em Mato Grosso.
Bedin contou que na última quinta-feira, dia 29, um grande comprador americano cancelou oito contratos de importação por causa de problemas relacionados ao câmbio. “O dólar está com uma péssima cotação, e com isso perdemos competitividade e deixamos de vender os nossos produtos”, reclama o exportador.
Ele diz que a sua empresa tem capacidade para produzir até 30 contêineres de madeira por mês em cada turno. “Este mês (setembro) estamos encerrando com 20 contêineres vendidos, em outubro temos previsão de entregar mais 10, em novembro apenas um e, para dezembro, ainda não temos qualquer contrato assinado”.
A madeireira de Sorriso exporta produtos de alto valor agregado para Europa, Estados Unidos e Canadá. Os produtos são o piso maciço para assoalho (TG 04) e peças para jardim.
No ano passado a empresa exportou cerca de US$ 2,5 milhões, mas este ano o ritmo de produção está mais lento e, por isso, vários empregados tiveram que ser dispensados. “Tínhamos 104 funcionários nas duas plantas industriais, com três linhas de produção. Agora, estamos com uma das nossas linhas de produção parada e nos próximos dias vamos dar aviso prévio para pelo menos mais 35 funcionários”.
Apesar da crise, Cleonir Bedin acredita que este ano será melhor que 2004 porque a empresa tinha estoques remanescentes e contratos de venda fechados.
Fonte: Marcondes Maciel (Diário de Cuiabá)
Bedin contou que na última quinta-feira, dia 29, um grande comprador americano cancelou oito contratos de importação por causa de problemas relacionados ao câmbio. “O dólar está com uma péssima cotação, e com isso perdemos competitividade e deixamos de vender os nossos produtos”, reclama o exportador.
Ele diz que a sua empresa tem capacidade para produzir até 30 contêineres de madeira por mês em cada turno. “Este mês (setembro) estamos encerrando com 20 contêineres vendidos, em outubro temos previsão de entregar mais 10, em novembro apenas um e, para dezembro, ainda não temos qualquer contrato assinado”.
A madeireira de Sorriso exporta produtos de alto valor agregado para Europa, Estados Unidos e Canadá. Os produtos são o piso maciço para assoalho (TG 04) e peças para jardim.
No ano passado a empresa exportou cerca de US$ 2,5 milhões, mas este ano o ritmo de produção está mais lento e, por isso, vários empregados tiveram que ser dispensados. “Tínhamos 104 funcionários nas duas plantas industriais, com três linhas de produção. Agora, estamos com uma das nossas linhas de produção parada e nos próximos dias vamos dar aviso prévio para pelo menos mais 35 funcionários”.
Apesar da crise, Cleonir Bedin acredita que este ano será melhor que 2004 porque a empresa tinha estoques remanescentes e contratos de venda fechados.
Fonte: Marcondes Maciel (Diário de Cuiabá)
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