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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Classe C é o novo alvo da indústria de móveis.
A queda do poder de compra do consumidor levou os fabricantes de móveis de primeira linha a diversificar os canais de distribuição, passando a atender também a classe C. A Móveis Rudnick, por exemplo, acaba de lançar a marca Alpes de móveis para dormitório e sala, com preço 25% inferior ao da linha principal da indústria.
A marca já está sendo comercializada em 750 pontos-de-venda, entre lojas multimarcas e grandes redes, como o Magazine Luiza. De acordo com o diretor-comercial, Waldir Sotratte Leptich, a criação de uma linha intermediária foi a estratégia encontrada pela empresa para ampliar os canais de vendas. "A expectativa é que até o final do ano a linha represente 35% do faturamento da empresa", diz.
A indústria registrou faturamento de R$ 96 milhões em 2002 e prevê elevar esta participação para R$ 110 milhões neste ano. A produção da linha Alpes é feita na mesma unidade fabril da empresa localizada em São Bento do Sul, em Santa Catarina. A capacidade de produção da indústria é de 1,8 mil metros cúbicos por mês, segundo o diretor. As principais matérias-primas utilizadas na fabricação dos móveis são chapas de aglomerados e MDF (painel de fibras de madeira).
Potencial
O potencial de consumo da classe C despertou o interesse da Todeschini S.A., de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, em criar em 1997 a primeira fábrica de móveis planejados para atender a este mercado, a Italínea. "Na época cozinha planejada era considerado artigo de luxo", recorda-se o gerente de vendas Roberto Ruaro. Após seis anos a linha de móveis mais popular cresceu e hoje abrange até dormitórios. No primeiro semestre do ano a Italínea cresceu 50%, enquanto o mercado retraiu 30% em relação ao mesmo período de 2002.
Hoje a Italínea responde por 30% da produção da Todeschini, de 160 mil módulos por mês e 25% do faturamento da empresa, de R$ 172 milhões em 2002. A marca está presente em mais de dois mil pontos-de-venda, entre eles em grandes magazines como o Ponto Frio.
Nova fábrica
Com a nova unidade fabril da Todeschini, de 54 mil metros quadrados, a ser inaugurada em setembro, também em Bento Gonçalves, toda a produção da Italínea será transferida para a unidade atual da Todeschini.
"Com isso a capacidade da indústria será triplicada até o ano que vem", afirma o diretor-comercial Sérgio Fangio. A Todeschini investiu R$ 48 milhões na nova fábrica que deve dobrar a produção da empresa para o próximo ano, segundo o diretor. "Será a maior fábrica de móveis planejados da América Latina", afirma o diretor.
Segundo ele, tudo será computadorizado e as peças poderão ser escolhidas por um simples toque no teclado. Com a nova indústria a Todeschini já prevê crescer 15% em 2003. No primeiro semestre do ano a indústria cresceu 20% em relação ao mesmo período de 2002. Além do mercado interno, a empresa aposta em um incremento nas exportações, devendo chegar a 10% do faturamento até o final do ano.
A queda do poder de compra do consumidor levou os fabricantes de móveis de primeira linha a diversificar os canais de venda, passando a atender também à classe C. A Rudnick acaba de lançar marca com preço 25% inferior ao da sua linha principal e já está vendendo para 750 lojas, entre elas o Magazine Luiza. A Todeschini ampliou a produção de móveis mais populares para atender à demanda do mercado.
Panorama Brasil
11/ago/2003
A marca já está sendo comercializada em 750 pontos-de-venda, entre lojas multimarcas e grandes redes, como o Magazine Luiza. De acordo com o diretor-comercial, Waldir Sotratte Leptich, a criação de uma linha intermediária foi a estratégia encontrada pela empresa para ampliar os canais de vendas. "A expectativa é que até o final do ano a linha represente 35% do faturamento da empresa", diz.
A indústria registrou faturamento de R$ 96 milhões em 2002 e prevê elevar esta participação para R$ 110 milhões neste ano. A produção da linha Alpes é feita na mesma unidade fabril da empresa localizada em São Bento do Sul, em Santa Catarina. A capacidade de produção da indústria é de 1,8 mil metros cúbicos por mês, segundo o diretor. As principais matérias-primas utilizadas na fabricação dos móveis são chapas de aglomerados e MDF (painel de fibras de madeira).
Potencial
O potencial de consumo da classe C despertou o interesse da Todeschini S.A., de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, em criar em 1997 a primeira fábrica de móveis planejados para atender a este mercado, a Italínea. "Na época cozinha planejada era considerado artigo de luxo", recorda-se o gerente de vendas Roberto Ruaro. Após seis anos a linha de móveis mais popular cresceu e hoje abrange até dormitórios. No primeiro semestre do ano a Italínea cresceu 50%, enquanto o mercado retraiu 30% em relação ao mesmo período de 2002.
Hoje a Italínea responde por 30% da produção da Todeschini, de 160 mil módulos por mês e 25% do faturamento da empresa, de R$ 172 milhões em 2002. A marca está presente em mais de dois mil pontos-de-venda, entre eles em grandes magazines como o Ponto Frio.
Nova fábrica
Com a nova unidade fabril da Todeschini, de 54 mil metros quadrados, a ser inaugurada em setembro, também em Bento Gonçalves, toda a produção da Italínea será transferida para a unidade atual da Todeschini.
"Com isso a capacidade da indústria será triplicada até o ano que vem", afirma o diretor-comercial Sérgio Fangio. A Todeschini investiu R$ 48 milhões na nova fábrica que deve dobrar a produção da empresa para o próximo ano, segundo o diretor. "Será a maior fábrica de móveis planejados da América Latina", afirma o diretor.
Segundo ele, tudo será computadorizado e as peças poderão ser escolhidas por um simples toque no teclado. Com a nova indústria a Todeschini já prevê crescer 15% em 2003. No primeiro semestre do ano a indústria cresceu 20% em relação ao mesmo período de 2002. Além do mercado interno, a empresa aposta em um incremento nas exportações, devendo chegar a 10% do faturamento até o final do ano.
A queda do poder de compra do consumidor levou os fabricantes de móveis de primeira linha a diversificar os canais de venda, passando a atender também à classe C. A Rudnick acaba de lançar marca com preço 25% inferior ao da sua linha principal e já está vendendo para 750 lojas, entre elas o Magazine Luiza. A Todeschini ampliou a produção de móveis mais populares para atender à demanda do mercado.
Panorama Brasil
11/ago/2003
Fonte:
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