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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama diz que ilegalidade é a causa do desemprego no setor madeireiro
O gerente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) de Sinop, José Geraldo Araújo, relatou hoje de manhã que a situação enfrentada pelo setor madeireiro em toda a região é resultado de “uma ação puramente extrativista de alguns empresários que não se preocuparam com a sustentabilidade do modelo econômico”.
Ele ressalta que o órgão já liberou cinco planos de manejo após a Operação Curupira, sendo que no primeiro semestre foram sete. E explica que os números de projetos são poucos, porque resta pouca floresta amazônica para ser manejada. “Essa é uma realidade que o setor infelizmente tem que enfrentar. A atividade econômica da extração pura e simples da madeira, sem a perspectiva de manejo sustentável, está se esgotando. E a área para ser manejada já reduziu muito”, ressalta.
Também completou que o desemprego é conseqüência do trabalho ilegal realizado por algumas empresas e que com a fiscalização foram obrigadas a paralisar seus trabalhos. “Numa área em que a atividade econômica já começa a reduzir drasticamente, pelo seu próprio esgotamento, no momento que se impede a atividade ilegal, se reduz a questão da empregabilidade nas serrarias, provocando a questão de desemprego efetivo. Na prática os trabalhadores estão herdando a sucata da atividade econômica extrativista que resultou no grande número de empresários, que hoje estão em outros estados, ou migram no interior da Amazonas ou no sul do Pará”, salientou.
Em visita ao município no último dia 15, o gerente executivo do Ibama em Mato Grosso, Paulo Maier, apresentou a empresários e lideranças do setor, as reestruturações que serão feitas no órgão. Entre elas está a contratação de mais engenheiros florestais para o Estado e mais 17 analistas para a unidade em Sinop. Em relação á um procurador para Sinop, ele relatou que deve continuar no sistema de “empréstimo” de profissionais de outras unidades para o município. Ou seja, muitos processos devem continuar parados no órgão.
Hoje pela manhã, cerca de 2 mil trabalhadores fizeram um manifesto em frente ao órgão. Alguns manifestantes entraram no prédio e com panelas fizeram muito barulho, chegando a quebrar o vidro de uma porta. Araújo disse que "por emprego elês tem todo o direito de lutar", referindo-se aos trabalhadores.
Fonte:Tauana Rauber
Ele ressalta que o órgão já liberou cinco planos de manejo após a Operação Curupira, sendo que no primeiro semestre foram sete. E explica que os números de projetos são poucos, porque resta pouca floresta amazônica para ser manejada. “Essa é uma realidade que o setor infelizmente tem que enfrentar. A atividade econômica da extração pura e simples da madeira, sem a perspectiva de manejo sustentável, está se esgotando. E a área para ser manejada já reduziu muito”, ressalta.
Também completou que o desemprego é conseqüência do trabalho ilegal realizado por algumas empresas e que com a fiscalização foram obrigadas a paralisar seus trabalhos. “Numa área em que a atividade econômica já começa a reduzir drasticamente, pelo seu próprio esgotamento, no momento que se impede a atividade ilegal, se reduz a questão da empregabilidade nas serrarias, provocando a questão de desemprego efetivo. Na prática os trabalhadores estão herdando a sucata da atividade econômica extrativista que resultou no grande número de empresários, que hoje estão em outros estados, ou migram no interior da Amazonas ou no sul do Pará”, salientou.
Em visita ao município no último dia 15, o gerente executivo do Ibama em Mato Grosso, Paulo Maier, apresentou a empresários e lideranças do setor, as reestruturações que serão feitas no órgão. Entre elas está a contratação de mais engenheiros florestais para o Estado e mais 17 analistas para a unidade em Sinop. Em relação á um procurador para Sinop, ele relatou que deve continuar no sistema de “empréstimo” de profissionais de outras unidades para o município. Ou seja, muitos processos devem continuar parados no órgão.
Hoje pela manhã, cerca de 2 mil trabalhadores fizeram um manifesto em frente ao órgão. Alguns manifestantes entraram no prédio e com panelas fizeram muito barulho, chegando a quebrar o vidro de uma porta. Araújo disse que "por emprego elês tem todo o direito de lutar", referindo-se aos trabalhadores.
Fonte:Tauana Rauber
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