Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Corte nas tarifas de importação fica para dezembro
Só será decidida em dezembro a proposta brasileira de corte de tarifas para importação de produtos industrializados. Esta foi a principal deliberação ontem, na reunião da Câmara de Comercio Exterior (Camex). É em dezembro que ocorre a reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Hong Kong.
No encontro do final do ano, os governos vão discutir acordos para redução de tarifas à importação. Nessa discussão, o governo brasileiro tem interesse em reduzir as barreiras à venda de produtos agrícolas na Europa e Estados Unidos. "A agricultura está sendo chamada de o motor da reunião de Hong Kong. Então, tudo vai depender de como esse motor vai ser tratado", disse o ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, ao final da reunião da Camex.
Para ele, quanto maior for a abertura na área agrícola, maior será o corte das tarifas de importação na área industrial. O secretário-executivo da Camex, Mário Mugnaini, disse que há sobre a mesa dos ministros diversas sugestões para a posição brasileira, apresentadas, inclusive, por setores privados, como a Coalizão Empresarial e a Central Única dos Trabalhadores. A pretensão do governo é elaborar uma proposta em acordo com todos os envolvidos e não apenas governamental.
O secretário salientou que a proposta apresentada pelo ministério da Fazenda, de redução da tarifa de 35% para 10,5%, não representa uma posição de governo e ainda está sendo estudada juntamente com vários outros estudos feitos pelos demais ministérios envolvidos e pelo setor privado. Por enquanto, segundo Mugnaini, a tendência é de que o Brasil adote a chamada "fórmula ABI", defendida por Argentina, Brasil e Índia, em que o corte na tarifa considere a estrutura produtiva de cada país.
Esta é também a postura defendida pela Coalizão Empresarial, composta por empresários do setor produtivo. "Hoje o Brasil está atrelado e é defensor da proposta ABI. Com os movimentos que podem existir, o Brasil poderá movimentar-se. Mas não podemos deixar de ver que a fotografia que temos hoje é a da fórmula ABI", frisou.
Antes da reunião de Hong Kong haverá diversos encontros preparatórios, envolvendo os negociadores representantes dos países membros da OMC, para que em Dezembro, os principais tópicos estejam definidos. A reunião de Hong Kong acontece no âmbito da Rodada de Doha da OMC, iniciada em 2001 e que deve definir as metas para a abertura do comércio mundial.
Fonte: NetComex
No encontro do final do ano, os governos vão discutir acordos para redução de tarifas à importação. Nessa discussão, o governo brasileiro tem interesse em reduzir as barreiras à venda de produtos agrícolas na Europa e Estados Unidos. "A agricultura está sendo chamada de o motor da reunião de Hong Kong. Então, tudo vai depender de como esse motor vai ser tratado", disse o ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, ao final da reunião da Camex.
Para ele, quanto maior for a abertura na área agrícola, maior será o corte das tarifas de importação na área industrial. O secretário-executivo da Camex, Mário Mugnaini, disse que há sobre a mesa dos ministros diversas sugestões para a posição brasileira, apresentadas, inclusive, por setores privados, como a Coalizão Empresarial e a Central Única dos Trabalhadores. A pretensão do governo é elaborar uma proposta em acordo com todos os envolvidos e não apenas governamental.
O secretário salientou que a proposta apresentada pelo ministério da Fazenda, de redução da tarifa de 35% para 10,5%, não representa uma posição de governo e ainda está sendo estudada juntamente com vários outros estudos feitos pelos demais ministérios envolvidos e pelo setor privado. Por enquanto, segundo Mugnaini, a tendência é de que o Brasil adote a chamada "fórmula ABI", defendida por Argentina, Brasil e Índia, em que o corte na tarifa considere a estrutura produtiva de cada país.
Esta é também a postura defendida pela Coalizão Empresarial, composta por empresários do setor produtivo. "Hoje o Brasil está atrelado e é defensor da proposta ABI. Com os movimentos que podem existir, o Brasil poderá movimentar-se. Mas não podemos deixar de ver que a fotografia que temos hoje é a da fórmula ABI", frisou.
Antes da reunião de Hong Kong haverá diversos encontros preparatórios, envolvendo os negociadores representantes dos países membros da OMC, para que em Dezembro, os principais tópicos estejam definidos. A reunião de Hong Kong acontece no âmbito da Rodada de Doha da OMC, iniciada em 2001 e que deve definir as metas para a abertura do comércio mundial.
Fonte: NetComex
Fonte:
Notícias em destaque
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)
Prédio de madeira gigante com 183 metros e 39 andares surge e vira o mais alto do mundo feito com 10.000 m³ de madeira estrutural
Prédio de madeira Atlassian Central em Sydney terá 183 metros, 39 andares e estrutura híbrida com cerca de 10.000...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Silvicultura brasileira, teremos madeira para sustentar o patrimônio industrial que criamos?
O Brasil construiu um rico patrimônio industrial à base de madeira de florestas plantadas. Mas a pergunta essencial continua sem...
(SILVICULTURA)
De oficina simples a sonho sobre rodas: pai marceneiro e filho constroem do zero um caminhão futurista todo de madeira,
De oficina simples a sonho sobre rodas: pai marceneiro e filho constroem do zero um caminhão futurista todo de madeira, com cabine...
(GERAL)
Empreendimento brasileiro terá floresta suspensa capaz de absorver até 2 toneladas de CO2 por ano
Em construção em Porto Belo (SC), o Blue Forest Residence, da PHACZ Empreendimentos, uma das construtoras mais atuantes da...
(CARBONO)













