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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Eucalipto oferece abertura maior de empregos
Além da rentabilidade, o plantio de eucalipto atende a uma outra demanda de Sorriso: a geração de empregos. De acordo com o presidente da Associação das Reflorestadoras do Estado de Mato Grosso, Haroldo Klein, a atividade gera cinco vezes mais postos de trabalho que outro tipo de lavoura mecanizada. De acordo com o presidente da Associação de Desenvolvimento Regional para Conclusão da BR-163, Jorge Antônio Baldo, na região que abrange Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Nova Mutum, Tapurah, Vera e Sinop há déficit de 15 mil postos de trabalho.
A curto prazo parte dessa mão-de-obra será absorvida no plantio e no manuseio com as mudas de eucalipto, explica Baldo. Mas é a longo prazo que surgirá o maior número de empregos. De acordo com ele, inicialmente as árvores serão utilizadas para produção de lenha para a secagem de grãos, no entanto, em pouco mais de seis anos o volume produzido será suficiente para justificar a instalação de fábricas de MDF (Medium Density Fiberboard).
Segundo ele, a oferta de matéria-prima também deve atrair o interesse do setor moveleiro. "Em dez anos será possivel fabricar habitações de madeira com baixo custo à população". A atividade viabiliza ainda a extração de óleos essenciais para produzir desinfetantes a partir da folha do eucalipto. "Com esses 3% de área é possivel criar mais empregos que nos 97% usados para produção agrícola".
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Rural, Cloves Vettorato, o cultivo comercial de eucalipto é uma alternativa aos demais produtores rurais do Estado, diante do atual cenário de crise e retração. Ele frisa que a atividade serve ainda como uma possibilidade à manutenção da sustentabilidade do cultivo de grãos, em função da oferta de matéria-prima para produção de lenha.(AM)
Fonte: GazetaOnline
A curto prazo parte dessa mão-de-obra será absorvida no plantio e no manuseio com as mudas de eucalipto, explica Baldo. Mas é a longo prazo que surgirá o maior número de empregos. De acordo com ele, inicialmente as árvores serão utilizadas para produção de lenha para a secagem de grãos, no entanto, em pouco mais de seis anos o volume produzido será suficiente para justificar a instalação de fábricas de MDF (Medium Density Fiberboard).
Segundo ele, a oferta de matéria-prima também deve atrair o interesse do setor moveleiro. "Em dez anos será possivel fabricar habitações de madeira com baixo custo à população". A atividade viabiliza ainda a extração de óleos essenciais para produzir desinfetantes a partir da folha do eucalipto. "Com esses 3% de área é possivel criar mais empregos que nos 97% usados para produção agrícola".
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Rural, Cloves Vettorato, o cultivo comercial de eucalipto é uma alternativa aos demais produtores rurais do Estado, diante do atual cenário de crise e retração. Ele frisa que a atividade serve ainda como uma possibilidade à manutenção da sustentabilidade do cultivo de grãos, em função da oferta de matéria-prima para produção de lenha.(AM)
Fonte: GazetaOnline
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